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quarta-feira, agosto 24

Sessão conta com mix de influências para investidores calibrarem risco de recessão

Sessão conta com mix de influências para investidores calibrarem risco de recessão

24 de agosto de 2011 • 09h05 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Ao que tudo indica, a sessão desta quarta-feira (24) deverá ser mais uma vez pautada pela procura dos investidores por sinais do risco real de recessão que paira sob o mercado desde o início do mês.

Para tanto, um caldeirão de influências deve ser considerado ao longo do dia. Nos EUA, investidores digerem relatório do mercado imobiliário que indicou que o volume de contratos de hipotecas atingiu o menor patamar semanal no último dia 20, tendo recuado 2,4% como reação ao nervosismo no mercado que recrudesce o crédito.

Além disso, às 9h30, os investidores receberão o Durable Goods Orders, que mede o volume de pedidos e entregas de bens no país. Segundo o consenso de analistas, espera-se que o mês de julho tenha registrado expansão de 2,5% frente à retração de 1,9% de junho.

Contudo, Anders Møller Lumholtz, analista do Danske Bank, recomenda atenção na análise do indicador: "Os dados ainda são referentes a julho, e por isso não deverão ter sido afetados pela turbulência de agosto".

À espera de Bernanke
Dessa forma, a grande influência que toma Wall Street, é sem dúvida, a crescente expectativa ao redor do discurso que Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, fará na próxima sexta-feira, quando poderá anunciar novas medidas monetárias para tentar conter o risco de recessão.

No velho mundo, investidores europeus digerem a divulgação do nível de confiança de consumidores e empresários na principal economia do euro. Segundo dados divulgados nesta manhã, a confiança na economia da Alemanha recuou para de 112,9 em julho para 108,7 em agosto - maior variação negativa desde o colapso do Lehman Brothers em 2008.

Confiança é ponto chave
Segundo analistas, a perda de confiança poderá ser o grande gatilho do processo recessivo. Steve Barrow, do Standard Bank, acredita que até o momento há poucos fatores palpáveis que normalmente conduzem à recessão, porém, o excesso de desconfiança e incerteza poderá minar a atividade econômica e jogar a economia mundial de vez em uma crise.

Sarkozy anuncia reformas
Ainda na Europa, há grande expectativa acerca do discurso que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, fará para apresentar as reformas que o país implantará para aumentar a arrecadação e reduzir o déficit fiscal.

Segundo agências internacionais, cortes em isenções tributárias e incentivos poderão garantir à França até € 10 bilhões no orçamento de 2012.

Corte de rating do Japão
Além de toda a agenda europeia e norte-americana, cabe lembrar também do corte de rating do Japão realizado pela Moody's na última madrugada, que já deixou suas marcas no pregão asiático recém encerrado.

Citando o forte déficit orçamentário e as dívidas acumuladas pelo governo japonês desde a recessão mundial em 2009, a agência reduziu a nota da dívida pública de longo prazo do país de Aa2 para Aa3, com perspectiva estável.

Sinais opostos
Frente ao já citado caldeirão de influências, as principais bolsas internacionais encontram dificuldade em definir trajetória uniforme até o momento. Na Europa, os principais índices registram avanço próximo a 0,5%, enquanto nos EUA, ainda no pré-market, há perdas de 0,5%.

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