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quarta-feira, agosto 31

IBOV fecha na máxima mas se aproxima de forte resistência

IBOV fecha na máxima mas se aproxima de forte resistência

Comentário de Fechamento, com Leandro Ruschel 31/08/2011

IBOV: dia de maior pressão compradora. Apesar da alta, mercado ainda um pouco complicado. Próxima resistência em 57600 pontos. Pelas médias, ainda temos um cenário negativo de um prazo mais longo.

WINV11: passou o dia inteiro congestionado, trabalhando de lado.

Pressão compradora no setor financeiro, mas não conseguiu romper resistência.

VALE5: monta um doji, sinalizando possível entrada de pressão vendedora. Monto uma trava no ativo.

OGXP3: abro posição na venda. Indefinição na proximidade de resistência.

Não tivemos atualizações das posições em aberto.

Posições do Stormer:

NATU3: posição permanece. Stop segue abaixo da mínima de ontem. Alvo é em 41,84.

CMIG4: tenho uma venda aberta no ativo. Aumento a posição vendida no pregão de hoje.

ITSA4: operação de venda aberta.

BRKM5: conseguiu romper resistência importante. Caminha para um fechamento na máxima. Sinal positivo, mas não se encaixa exatamente no meu plano de trade. Falta volume e a barra poderia ser maior.

OGXP3: volume maior que os outros dias, mas abaixo da média. Produz candle de indefinição abaixo da resistência.

ELPL4 e COCE5 são empresas interessantes para uma carteira de dividendos. Ativos do setor de telecomunicações também são bons pagadores.

TOTS3: rompe resistência hoje, mas logo acima tem outra resistência, o que pode atrapalhar o caminho dos preços.

BBDC4: não há três critérios de tendência de alta. Assim, não faço compras.

MRVE3: não vejo entradas exatamente agora. Expectativa permanece positiva.

RSID3: afastado da média de 21, mas nem tanto. Assim, não abro operações contra a tendência, apesar da sombra superior e de estar totalmente fora das bandas.

MMXM3: média de 21 virou para cima. Se fizer um candle de reversão fora das bandas e mais afastado da média, penso em uma operação de venda.

SUZB5: tendência de baixa de prazo maior. Não vejo entradas exatamente agora.

Quando tenho uma série muito boa seguida, costumo apertar o manejo de risco, pois geralmente depois temos uma série muito ruim.

CSNA3: a média já virou levemente para cima, então não faço esta posição.

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Juros futuros operam em queda em dia de decisão da taxa básica de juro

Juros futuros operam em queda em dia de decisão da taxa básica de juro

31 de agosto de 2011 • 11h00 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Em dia de decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), as taxas dos principais contratos de juros futuros operam em queda no início dos negócios nesta quarta-feira (31) na BM&F. As expectativas seguem na manutenção da taxa na visão de economistas e de recuo para os operadores.

Vale lembrar que neste ano o Banco Central elevou a Selic em todas as suas reuniões - cinco no total -, entretanto, frente à degradação da economia internacional e levando-se em conta os recentes pronunciamentos do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e da presidente Dilma Rousseff, as análises compiladas pela InfoMoney apontam para a manutenção do juro básico em 12,50% ao ano.

A equipe de economistas do Bradesco, espera fechamento nas curvas em todos os vencimentos, influenciadas, também, pela surpresa baixista com o resultado da produção industrial de julho (+0,5%, ante expectativa mediana do mercado de +0,7%), e aguardando a decisão do Copom desta data.

Os economistas continuam acreditando na desaceleração da atividade econômica para os próximos meses. Contudo, avaliam que o balanço prospectivo de riscos para a inflação doméstica não justifica que, nesta reunião de agosto, o Banco Central opte pelo início de um ciclo de afrouxamento monetário.

“Ao mesmo tempo, o aumento das incertezas em relação ao cenário global levará o Copom a interromper o ciclo de alta. Daqui para frente, de forma resumida, acreditamos que o espaço para um ciclo de baixa dos juros será tanto maior quanto maior for a deterioração do cenário externo e seu impacto sobre a economia brasileira”, avaliam os profissionais do Bradesco.

Na agenda de indicadores desta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a produção da indústria nacional avançou 0,5% em julho frente a junho na série com ajuste sazonal, segundo dados da Pesquisa Industrial Produção Física – Regional.

Contrato de outubro de 2011 indica taxa de 12,26%
O contrato de juros de maior liquidez hoje, com vencimento em outubro de 2011, aponta uma taxa de 12,26%, 0,01 ponto percentual abaixo do fechamento de terça-feira. O número de contratos negociados chega a 334.445.

Outros contratos com bom volume negociado são o com vencimento em janeiro de 2012, que registra taxa de 11,92% e o de janeiro de 2013, com taxa de 11,13%. No fechamento de terça-feira, as taxas apontadas por estes contratos eram 11,92% e 11,15%, respectivamente.

A seguir confira as taxas dos principais contratos de juros futuros na BM&F:

Vencimento Taxa atual Taxa Anterior Diferença Contr Neg
Outubro de 201112,2612,27-0,01252.240
Novembro de 201112,1012,18-0,0810
Dezembro de 201112,0812,10-0,02510
Janeiro de 201211,9211,920,00124.410
Julho de 201211,3411,36-0,0233.804
Outubro de 201211,2011,22-0,02825
Janeiro de 201311,1311,130,00103.045
Abril de 201311,1511,13+0,021.100
Julho de 201311,1211,15-0,036.925
Janeiro de 201411,1811,23-0,0533.933

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terça-feira, agosto 30

Mercado rompe 55 mil com pouco volume

Mercado rompe 55 mil com pouco volume

Comentário de Fechamento, com Leandro Ruschel 30/08/2011



IBOV: dia direcional, de pressão compradora, rompendo resistência dada pelo topo anterior.

No índice futuro, o rompimento da máxima de ontem possibilitou uma entrada no intraday.

PCAR4: stop da posição vendida acionada.

KLBN4: stop de uma venda e entrada parcial na ponta compradora. Se o mercado recuar, penso em completar a posição.

MRVE3: stop de uma posição vendida. Aciona meu setup de rompimento para uma ponta na compra. Então, faço também uma entrada parcial.

BTOW3: ofereceu saída parcial. Stop ajustado para a mínima de hoje.

O setor de consumo e construção mostraram força. Setor de siderurgia mostrou alguma fraqueza. Setor de bancos ainda não rompe resistência.

BGIV111: congestiona nos últimos dias com pequena amplitude. Médias próximas. Tendência indefinida. O cenário ideal seria mais um dois ou três dias congestionado e depois rompe.

OGXP3: não vejo uma entrada clara. Não rompe resistência. Tendência ainda é de baixa.

LLXL3: ainda temos tendência de baixa, o que dificulta entradas na compra. Não vejo trades no momento.

NATU3: tendência de alta no ativo. Testa região de suporte. Setor de consumo está mais forte que o restante do mercado.

GGBR4: resistência em 13,80. Não vejo entradas no momento. Aguardo o rompimento da estrutura de resistência.

O volume vem caindo sim, fico na média, mas mais forte que volume dos últimos dias. Seria melhor se fosse abaixo da média. Por isso, trabalho com duas entradas e controle de risco mais apertado.

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Risco-País recua 5 pontos-base com elevação da meta do superávit primário

Risco-País recua 5 pontos-base com elevação da meta do superávit primário

29 de agosto de 2011 • 19h50 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O indicador de risco-País recuou 5 pontos-base nessa segunda-feira (29), alcançando 198 pontos. Esse movimento refletiu a tendência do mercado positiva nessa sessão, após boas notícias tranquilizarem os mercados, tanto nacionalmente, com a elevação da meta do superávit primário, quanto internacionalmente, como a fusão de bancos gregos.

Por aqui, destaque para a elevação da meta de superávit primário anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Agora o objetivo do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) é de alcançar os R$ 90,8 bilhões este ano.

Outro evento doméstico que movimentou os investidores foi a proximidade da proxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) e a percepção dos investidores de que a Selic pode vir a ser cortada nesse encontro. Por fim, os investidores também digeriram as novas projeções do relatório Focus, mostrando mais uma vez uma queda na estimativa de crescimento da economia brasileira.

Referências internacionais
O front externo também teve bastante relevância no rumo dos negócios. O mercado viu com bons olhos a fusão dos bancos gregos Alpha Bank e Eurobank, sinalizando a consolidação do setor bancário no país mais afetado pela crise da dívida soberana na Europa.

Nos EUA, o núcleo do índice de preços PCE (Personal Consumption Expenditures) ficou em linha com as estimativas do mercado no mês de julho, enquando o Personal Income, que se refere à renda dos norte-americanos, decepcionou o mercado. Contudo, o Personal Spending, referente aos gastos dos consumidores do país com bens e serviços, avançou mais do que o esperado. Ainda por lá, o número de contratos de compra e venda de casas nos EUA veio em linha com as expectativas no mês de junho.

Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,01% na noite desta segunda-feira, cotado a 137,28 centavos de dólar.

Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 198 pontos base.

O que é o risco-País?
Como cada governo que emite papéis no mercado externo em geral tem mais do que um título no mercado, o banco norte-americano JP Morgan decidiu criar um índice que pudesse combinar todos estes papéis e obter um indicador único, que pudesse ser usado como uma medida de risco global.

Com isso, o JP Morgan criou, no final de 1993, o Embi+ (Emerging Markets Bond Index Plus), ou Índice de Bonds de Países Emergentes, que mede o desempenho de uma vasta carteira de países. Todos os países incluídos são emergentes, excluindo aqueles de risco menor, como muitos dos países da Europa, Ásia e América do Norte.

Além deste índice genérico, o banco criou também um índice para cada país, incluindo apenas títulos do país em questão. Com isso, o JP Morgan criou uma medida de risco-país, que, no caso do Brasil, é medido pelo Embi+ Brasil.

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IGP-M dispara e aponta forte alta em agosto fechando o mês em 0,44%

IGP-M dispara e aponta forte alta em agosto fechando o mês em 0,44%

30 de agosto de 2011 • 08h13 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) variou 0,44% na medição de agosto, segundo dados divulgados nesta terça-feira (30) pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Em julho, o indicador havia registrado taxa de -0,12%. Em 12 meses, o IGP-M variou 8,00% e a taxa acumulada no ano é de 3,48%.

Nos subgrupos do índice, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) registrou forte variação no fechamento do mês, de 0,57% frente a 0,22% registrado em julho deste ano.

Por sua vez, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) apresentou, nesta medição, taxa de variação de 0,21%, enquanto em julho a taxa foi de -0,13%.

Por fim, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que em julho havia marcado 0,59%, apresentou taxa de 0,16% no oitavo mês de 2011.

IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Confira os dados:

GrupoAgosto/2011
(em %)
Julho/2011
(em %)
Variação
(em pontos percentuais)
IPA+0,57-0,22+0,79
IPC+0,21+0,13
+0,08
INCC+0,16+0,59
-0,43
IGP-M+0,44-0,12
+0,56

Fonte: FGV

Metodologia de cálculo do IGP-M

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional.

Ele é composto pela ponderação entre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC - peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA - peso de 60%) e Índice Nacional de Custo da Construção (INCC - peso de 10%).

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