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quarta-feira, julho 27

Dólar sobe forte em dia de queda para o IBOV

Dólar sobe forte em dia de queda para o IBOV

Comentário de Fechamento, com Leandro Ruschel 27/07/2011

IBOV : Dia de pressão vendedora com teste do fundo anterior e deve buscar os 57600. Existem divergencias altistas mas sem sinais de reversão, clara tendencia de baixa.

DOLFUT : Dia de movimentação positiva, fiz relização parcial do meu trade de compra e ajusto stop para a minima do dia.

SANB11 : Ofereceu um bom DT na venda hoje. Perdendo um fundo anterio, mas não faço uma venda no diario pois esta muito distante da mm21 no diário.

BVMF3 : Perde o fundo anterior, assim como ENBR3, LLXL3 e CRUZ3 que são destaque de quedas.

BEEF3 : Gerou o stop de proteção de lucros.

COCE5 : Atingiu a realização parcial da compra, ajusto o stop para próximo ao ponto de entrada.

HYPE : Atinge minha realização parcial na venda. Ajusto o stop para da maxima de hoje.

OGXP3 : Encerro 50% da minha trava de baixa, agora tem risco zero.

CIEL3 : Recuou após a minha primeira entrada fico atento para um candle de reversão caso não perca os 14,18.

JBSS3 : Gerou uma venda no diario pela perda do suporte com stop acima da maxima de hoje.

MPXE3 : Gerou uma venda no diario pelo teste de um LTB.

TLPP4 : Rompendo resistencia no diario, faço uma entrada parcial no ativo.

BRKM5 : Pode gerar uma operação contra tendencia, mas não vou fazer a operação.

JHSF3 : Papel de menor liquidez perdeu um suporte com 3 graus de uma TB, fica dificil operar na venda pela falta de papeis para aluguel. Tecnicamente gera uma venda.

ITUB4 : Trabalhou abaixo dos 31,00 que era suporte e o fundo anterior após varios dias de queda, mas não posso operar na compra pelo meu modelo de trade.

JBSS3 : Sim, tenho os 5 criterios de TB para este ativo.

COCE5 : Fiz minha realização parcial e em seguida stopei o restante da posição.

POMO4 : Em TB no diario tem suporte em 6,20 e resistencia em 6,80. Caso perca os 6,20 deve seguir em queda, mudo de opinão caso rompa a LTB acima e o topo em 6,60.

PETR4 : Não esta mais em TB pelo meus criterios mas tambem não tem os 3 criterios minimos de uma TA, no momento não estou autorizado a operar o ativo para ST.

LREN3 : Em TB no diario e volta a corrigir, tem resistencia em 57,55 e suporte 52,75.

ELPL4 : Trabalha congestionado no diario, tem resistencia em 36,70 a 37,00 e suporte em 35,30, se romper com candle de força pode me gerar uma compra.

DOLFUT : Entrada na compra em 1538 com stop em 1527 e alvo em 1550. o Mercado abriu em 1563 me permitindo a realização parcial, ajusto o stop para a minima de hoje.

BRML3 : Congestionado nas ultimas semanas suporte em 16,80 e resistencia em 18,30, penso em operar apenas quando romper para um dos lados.

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Livro Bege do Fed mostra menor ritmo de crescimento da economia dos EUA

Livro Bege do Fed mostra menor ritmo de crescimento da economia dos EUA

27 de julho de 2011 • 15h15 • atualizado às 15h46 Por: Anderson Figo Colaborou: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O Livro Bege do Federal Reserve, divulgado nesta quarta-feira (27), revelou que o fraco desempenho do mercado de trabalho norte-americano, aliado ao deteriorado mercado imobiliário nos Estados Unidos, tem ofuscado o avanço dos gastos dos consumidores no país.

De acordo com o documento, houve uma diminuição no ritmo de crescimento da economia dos EUA na maioria dos 12 distritos analisados até 15 de julho, mostrando uma piora no quadro macroeconômico norte-americano frente à última edição do Livro Bege do Fed, quando sete dos distritos analisados mostraram crescimento em ritmo estável.

Gastos dos consumidores
Na passagem entre junho e julho, os gastos dos consumidores nas regiões analisadas pelo Fed demonstraram, no geral, melhora, segundo a autoridade. "Nova York, Cleveland, Chicago Minneapolis e Dallas indicaram crescimento modesto nas vendas no varejo desconsiderando a venda de automóveis, enquanto Filadélfia e Kansas City notaram um forte crescimento neste segmento", destacou o documento.

As fortes vendas registradas em Nova York, de acordo com o Fed, devem-se ao turismo. Em relação às vendas de veículos, elas tiveram desempenho misto desde a última edição do Livro Bege, com a maioria dos distritos indicando uma baixa no nível dos estoques de automóveis, especialmente por conta da interrupção da oferta de peças automotivas por parte da indústria japonesa, após o terremoto e tsunami que afetaram o país em março.

Setor manufatureiro
A atividade manufatureira deu sequência ao crescimento já revelado na última versão do Livro Bege, com maior crescimento em dois distritos, embora os demais tenham notado uma ligeira desaceleração no ritmo de crescimento ou avanço estável. A autoridade informou ainda que a demanda estrangeira por metais e semicondutores, além de outra tecnologia de produtos, contribuiu ligeiramente para a aceleração das taxas de crescimento na indústria de São Francisco.

"Crescimento continuou entre indústriais dos distritos de Boston e Dallas. Contudo, os resultados foram mistos.", destacou o Fed. "Firmas manufatureiras mostraram expectativas otimistas em Boston e Filadélfia, embora aqueles de Boston tenham sido menos positivos do que em relação ao livro anterior", completou a autoridade monetária norte-americana.

Setores imobiliário e financeiro
No setor imobiliário, o Fed afirmou que as vendas continuaram mostrando "fraqueza" na passagem mensal, refletindo o resultado do último período, na maioria dos distrtos. A maioria dos distritos indicou que os preços dos imóveis declinaram desde junho, enquanto que em Boston e Richmond os preços permaneceram estáveis. A autoridade também indicou melhora na atividade de construção e locação de imóveis nos distritos de Nova York, Chicago, Dallas e São Francisco.

Já no setor financeiro, o Fed afirma ter visto uma demanda por empréstimo "mista", com Nova York, Richmond e Chicago mostrando aumento no número de empréstimos - embora por motibos diferentes. Já os distritos de St. Louis e Kansas City tiveram queda no total de volumes, enquanto Filadélfia, Dallas e São Franciscos reportaram poucas mudanças.

"As condições de empréstimos pouco mudaram desde o prévio Livro Bege. Bancos de Nova York, Cleveland, Richmond, Chicago e Dallas mostraram que a qualidade de crédito pouco mudou ou teve alguma melhora. Em Richmond, Atlanta, Chicago, Dallas e São Francisco a competição entre instituições de crédito tem apertado as margens bancárias e diminuído o custo de capital dessas instituições.", concluiu o Fed.

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Bolsas de Wall Street recuam refletindo incertezas na economia

Bolsas de Wall Street recuam refletindo incertezas na economia

27 de julho de 2011 • 14h37 Por: Nara Faria

SÃO PAULO – Os principais índices acionários norte-americanos seguem no vermelho nesta quarta-feira (27), com o mercado apreensivo diante da aproximação da data limite, dia 2 de agosto, para que seja definido o aumento do teto da dívida soberana nos Estados Unidos.

Além disso, o número de pedidos e entregas de bens duráveis feitos à indústria norte-americana ficou bem abaixo do esperado, contribuindo para o mau homor do mercado. No front corporativo, a divulgação de balanços segue a todo vapor em Wall Street.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, opera em desvalorização de 1,87% e atinge 2.787 pontos. O S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, negocia em baixa de 1,32% a 1.314 pontos, enquanto o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, cai 0,91%, chegando a 12.387 pontos.

Techs seguem em destaque
As ações da Amazon.com registram ganhos de 5,34%, após a companhia ter reportado lucro acima do esperado no trimestre após o pregão regular da véspera.

Por outro lado, os papéis da Juniper Networks (-19,83%) despencam, após a empresa de tecnologia avisar que os resultados podem vir piores que o eperado.

Ainda no setor, os papéis da Nokia (-1,36%) recuam após o Moody's rebaixar as recomendação sobre a empresa finlandesa em dois pontos. Ainda entre as techs, Apple (-1,94%), Microsoft (-1,62%) e Google (-1,57%) também operam no campo negativo.

Setor petrolífero reflete noticiários
Enquanto isso, no setor petrolífero, a ConocoPhillips (+0,24%) tem leve alta após revelar que o seu lucro superou as expectativas por conta do aumento dos preços do petróleo no perído, que ajudou em seus negócios de exploração.

Enquanto isso, outras companhias do setor recuam, entre elas a Chevron (-1,43%), Exxon (-0,78%), BP plc (-2,17%) e Marathon (-2,23%), depois da divulgação de um relatório do governo mostrando que os estoques inesperadamente saltaram pela primeira vez em nove semanas.

Outros balanços
A fabricante de aviões Boeing (+2,49%) também divulgou lucro superior às expectativas depois da sessão de terça-feira, impulsionado pelo aumento de vendas comerciais, o que fez com que aumentasse suas previsões de lucro para o final deste ano.

Ainda nesta quarta-feira, a Visa (-0,67%), Moody’s (-0,96%) e Symantec (-2,15%) reportam seus resultados relativos ao segundo trimestre.

IPO
Entre as notícias em destaque na sessão, as ações da Dunkin’ Brands (+44,32%) sobem forte em sua estreia de negociação no índice Nasdaq. A empresa anunciou que pretende utilizar a receita de seu IPO (Initial Public Offer) para pagar dívidas e ajudar a dobrar o número de lojas Dunkin 'Donuts nos EUA nos próximos 20 anos.

Agenda
Entre os indicadores econômicos publicados na sessão, o Departamento de Comércio dos EUA divulgou que o Durable Goods Order, o qual mensura o número de pedidos e entregas de bens duráveis feitos à indústria norte-americana, ficou bem abaixo do esperado, com um recuo de 2,1% em junho frente à projeção de 0,5% de alta.

Os investidores também estão atentos para a divulgação, às 15h00 (horário de Brasília) do Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.

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terça-feira, julho 26

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para terça-feira

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para terça-feira

26 de julho de 2011 • 06h24 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – A agenda desta terça-feira (26) conta com a divulgação de importantes indicadores econômicos na cena norte-americana, enquanto o mercado permanece cauteloso acerca da economia dos Estados Unidos, especialmente em meio a indefição de um aumento no limite da dívida do governo do país. Por aqui, ganha destaque a Nota do Setor Externo, do Banco Central.

Agenda Brasil
A agenda brasileira nesta terça-feira contará com a Sondagem do Consumidor, apresentada pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

O mercado também estará de olho nos dados trazidos pelo Banco Central em sua Nota do Setor Externo, relatório contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais do governo brasileiro em junho.

IndicadoresHorário de BrasíliaReferênciaAnteriorExpectativa
Songadem do Consumidor08h00Julho118 pontos -
Nota do Setor Externo10h30Junho--

Dentro do cenário corporativo, a atenção do mercado se voltará para a divulgação dos resultados trimestrais da Cielo (CIEL3), do Banco Daycoval (DAYC4) e da Indústrias Romi (ROMI3). Todos são previstos para serem divulgados após o encerramento do mercado.

Ainda no campo corporativo, o pregão será marcado pelo início da negociação no Novo Mercado da BM&FBovespa das ações da Abril Educação (ABRE11).

Agenda internacional
Nos Estados Unidos, será revelado o S&P/Case-Shiller Home Price, indicador denota a trajetória dos preços das casas no país por meio de uma média móvel trimestral. Também será divulgado o New Home Sales, índice que mostra o número de casas novas vendidas nos EUA.

Ainda nos EUA, será reportado o Consumer Confidence, índice que mede a confiança dos consumidores em cerca de 5.000 lares norte-americanos. Ele é dividido em duas categorias: situação econômica atual do país e expectativa para o futuro. A primeira categoria representa 40% do índice, enquanto a segunda representa 60%.

IndicadoresHorário de BrasíliaReferênciaAnteriorExpectativa
S&P/Case-Shiller Home Price10h00Maio3,96%-
Consumer Confidence 11h00Julho58,50 pontos -
New Home Sales11h00Junho319 mil-

Na Alemanha, será revelado o índice de confiança do consumidor referente a agosto. No Reino Unido, os investidores repercutirão o PIB (Produto Interno Bruto) preliminar do mês de julho.

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Direto ao ponto: inflação e noticiário dos EUA devem ditar rumos do Ibovespa

Direto ao ponto: inflação e noticiário dos EUA devem ditar rumos do Ibovespa

26 de julho de 2011 • 06h22 Por: Nara Faria do Infomoney

SÃO PAULO - O desempenho do Ibovespa na terça-feira (26) terá como foco o cenário externo, diante da postergação da decisão sobre o teto da dívida norte-americana. Além disso, o índice dever ser pressionado ainda pelo cenário inflacionário no país, após o relatório Focus, publicado na véspera, apontar mais uma possível aumento da taxa de juros ainda esse ano, prevendo fechar 2011 em 12,75%.

Diante disso, a instabilidade da sessão na segunda-feira (25), quando o índice fechou com recuo de 0,5%, a 50.970 pontos, deve perdurar por mais essa sessão, quando, segundo o analista Luis Gustavo Pereira, da equipe de análise da Um Investimento, a queda só não foi maior por conta do desempenho positivo da Petrobras (PETR3, PETR4), cujas ações valorizaram mais de 2% na sessão, impulsionadas pela publicação do plano de investimentos da estatal até 2015.

"Não vamos ter um deslocamento e devemos performar próximo ou pior que o mercado internacional em função dos receio com a inflação por aqui, o que deve pesar um pouco mais em nosso mercado", analisa Pereira.

De olho na agenda econômica
A agenda econômica desta terça traz importantes indicadores sobre confiança do consumidor, sondagem industrial e vendas de novas moradias nos Estados Unidos, que podem dar dicas, segundo Pereira, sobre o cenário atual da economia do país, diante das incertezas na economia.

"Esses indicadores podem dar uma engatada mais forte no movimento do Ibovespa, principalmente o índice sobre a confiança do consumidor, que já tem previsão de queda em função desses conflitos políticos e as dificuldades da recuperação econômica. Mas acredito que o indicador venha melhor do que o esperado pelo mercado e que possa trazer um movimento positivo na sessão". explica.

Por aqui, a sondagem do consumidor e o INCC (Índice Nacional da Construção Civil), publicados pela Fundação Getulio Vargas, também terão repercussão no desempenho da sessão.

"O INCC pode trazer um movimento mais forte nas companhias do setor imobiliário pela questão da inflação. Esse é um setor que foi bem penalizado desde o começo do ano", diz Pereira. "Se o indicador trouxeer uma melhora nesses dados, pode melhorar o desempenho para as ações desse setor, que vem sendo pressionado pelo aumento dos custos", completa.

Balanço do Pão de Açúcar
Ademais, o mercado deve acompanhar o desempenho do Grupo Pão de Açúcar (PCAR4), que revelou após o fechamento da última sessão, o desempenho de seu balanço corporativo do segundo trimestre de 2011. "Contudo, as ações do grupo Pão de Açúcar estão muito negociados em função das incertezas quanto Às notícias de fusão do grupoo e o seu resultado deve ser mais um compotamento marginal, em função desses noticiários", finalizou o analista.

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segunda-feira, julho 25

Com baixo volume IBOV opera próximo da estabilidade e dólar perde suporte de longo prazo

Com baixo volume IBOV opera próximo da estabilidade e dólar perde suporte de longo prazo

Comentário de Fechamento, com Leandro Ruschel 25/07/2011

IBOV : Apresenta um clara TB através dos meu sistema de 5 critérios no diário. Enquanto não houver um pivot de alta fica difícil operar na compra.

PETR4 : Entrada forte de volume na compra hoje no diário. No ID apesar da congestão não rompeu gerando uma compra de DT.

DOLFUT : Faz importante movimento perdendo a faixa dos 1556 que era um suporte importante de longo prazo, sugere a continuidade do movimento de queda, expectativa de baixa para ativo.

AMBV4 : Testa suporte importante em 47,80.

CESP6 : Rompeu a máxima em 33,40, ativo em TA, não gerou entrada para mim.

COCE5 : Acionou compra para mim.

TNLP4 : Acionou uma compra de contra tendência, stop abaixo de 20,94.

LAME4 : Acionou um venda com stop acima de 14,08, apresentou 4 critérios de baixa dentro do meu sistema, utilizo 1,5% do manejo de risco.

VALE5 : Se mostra mais forte que o restante do mercado, tem suporte em 45,20 no diário. Caso rompa os 47,20 ficarei para um sinal de compra pelo setup de rompimento.

BEEF3 : Fiz realização parcial e ajusto o stop para baixo de 5,51. Em TA no momento.

BBDC4 : Retomada da pressão vendedora após testar a resistencia de 29,90, em TB no diário. Caso supere os 30,30 mudo de opinião.

MMXM3 : Em tendência indefinida no diário, e não apresenta sinal de operação no mo

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sábado, julho 23

Congresso dos EUA rejeita elevação do teto da dívida e preço dos Treasuries sobem

Congresso dos EUA rejeita elevação do teto da dívida e preço dos Treasuries sobem

22 de julho de 2011 • 20h40 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Os preços dos Treasuries avançaram nessa sexta-feira (21), com o mercado avaliando tanto a melhora na situação grega quanto a piora na situação da crise da dívida norte-americana.

O Fed comprou US$ 869 milhões de Treasuries com vencimento entre agosto de 2021 até fevereiro de 2014, na sua tentativa de fazer com que os rendimentos do Treasuries sejam re-investidos para ajudar no crescimento econômico.

Grécia em foco
O mercado respirou aliviado com o resultado da reunião dos líderes europeus reunidos em Bruxelas, que resultou em um programa de resgate à Grécia da ordem de € 109 bilhões, sendo que € 50 bilhões serão frutos de iniciativa privada.

Contudo, a agência de classificação Fitch anunciou que considera um calote parcial das dívidas soberanas do país, já que o programa prevê a troca por novos títulos com termos piores aos estabelecidos no início da dívida existente.

Teto da dívida dos EUA
No entanto, a cautela continuou a predominar uma vez que o senado dos Estados Unidos rejeitou a proposta, enviada pela câmara dos deputados, que elevaria o limite da dívida do governo norte-americano, promovendo ainda um grande corte nos gastos públicos do país.

A crise norte-americana preocupa investidores, já que se não houver uma elevação do limite de dívida, o país pode passar por seu primeiro “calote” em poucas semanas. As principais agências de classificação de risco, Fitch, S&P e Moody’s, já avisaram a possibilidade de rebaixar o rating da principal economia mundial.

Yield
Os títulos de 10 anos do Tesouro norte-americano, principal referencial de juros a longo prazo nos EUA, fecharam esta sexta-feira com rendimento de 2,96%. Por sua vez, os títulos de 5 anos rendiam 1,50% e os de 30 anos 4,26%.

No fechamento de quinta-feira os rendimentos dos principais títulos do tesouro norte-americano foram 3,03%, 1,56% e 4,31% respectivamente, como mostra a tabela abaixo:

Título% Atual% AnteriorDiferença
5 anos1,501,56-0,04
10 anos2,963,03-0,05
30 anos4,264,31-0,05

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Tesouro Direto: número de usuários do simulador cresce 56% no 1º semestre

Tesouro Direto: número de usuários do simulador cresce 56% no 1º semestre

22 de julho de 2011 • 18h33 Por: Diego Lazzaris Borges

São Paulo – O aumento da taxa básica de juro - neste ano, a Selic já subiu 1,75 ponto percentual, de 10,75% ao ano para 12,5% ao ano - tem estimulado muitos investidores a procurem por investimentos em títulos do Tesouro Direto. Prova do interesse por este tipo de investimento é o crescimento do número de usuários cadastrados no simulador do Tesouro Direto, disponível nos sites do Tesouro e da BM&FBovespa.

De acordo com dados da bolsa paulista, neste ano, o número de pessoas cadastradas no simulador registrou crescimento de 56,57%, de 100,48 mil em dezembro de 2010, para 157,32 mil em junho deste ano.

No mesmo período, o número de investidores do Tesouro Direto aumentou 16,29%, passando de 214,67 mil para 249,63 mil.

O simulador foi lançado em abril de 2009 e, em dezembro daquele ano, contava com 32,31 mil usuários cadastrados. De lá para cá, o crescimento do número de usuários foi de 386,91%.

Informações e cálculos
Com o simulador, o futuro investidor pode obter informações sobre a aplicação nos títulos do Tesouro Direto, além de ter a opção de calcular qual o valor das aplicações e o prazo de investimento para conseguir acumular determinada quantia.

O site também indica ao usuário qual o título se adequa melhor ao seu perfil de investidor– prefixado, pós-fixado atrelado à inflação ou pós-fixado atrelado à Selic.

Pequeno investidor
Os pequenos investidores se mantêm como principais compradores de títulos do Tesouro Direto. De acordo com dados do Tesouro Nacional, as aplicações de até R$ 5 mil responderam por 59,35% do total aplicado em junho (R$ 264,87 milhões).

Em maio, a participação destes investidores havia sido um pouco menor, de 56,4%, segundo o Tesouro.

Baixo custo
Os especialistas ressaltam que a compra de títulos do Tesouro Direto pode representar uma alternativa bastante atraente para quem investe em fundos de renda fixa. Isto porque o perfil de risco é muito similar e, em muitos casos, os custos envolvidos podem ser bem menores - o que pode significar retorno melhor para o investidor.

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EUA, Europa, ata do Copom e balanço da Vale darão o tom ao desempenho semanal

EUA, Europa, ata do Copom e balanço da Vale darão o tom ao desempenho semanal

22 de julho de 2011 • 20h54 Por: Nara Faria do Info Money

SÃO PAULO - Sem tirar o foco nas decisões sobre o teto da dívida nos Estados Unidos e na situação fiscal na Europa, que foram os temas mais relevantes para o desempenho das ações nesta semana, os investidores devem ficar de olho ainda na próxima semana aos indicadores sobre a inflação no front doméstico, além do ínicio aquecimento da divulgação dos balanços corporativos por aqui, tendo entre os mais aguardados a apresentação do balanço da Vale (VALE3,VALE5), previsto para a quinta-feira (28).

Na semana passada, as discussões sobre a economia norte-americana ganharam fôlego já no início da semana com a reiteração da agência de classificação de risco Fitch de sua ameaça ao rating do país. As discussões em torno da aprovação do limite da dívida, que tem até o dia 2 de agosto para ser definida, tiveram novo destaque com o senado dos EUA reprovando a proposta republicana de elevação do teto da dívida, fazendo com que a semana terminasse sem uma definição concreta.

Já na Zona do Euro, a definição do novo pacote de resgate à economia grega, que ficou em € 109 bilhões, trouxe certo folego ao mercado, mas não foi suficiente para acalmar os ânimos por lá. "Na Europa já se começa a especular um default de Portugal e,com isso, a Zona do Euro continua em foco", analisa o administrador de carteiras da Monte Bravo Investimentos, Cézar Delapieve.

Diante desse cenário, a volatilidade não deve deixar de ser percebida no índice nesta semana, que apesar de ter apresentado melhora na semana passada, tende a continuar em um cenário não tão favorável, diante do desempenho atual dos papéis.

"A bolsa está barata, mas não tem dinheiro para ser negociada. Na última sexta-feira o índice foi negociado a R$ 4,8 bilhões, e isso é muito pouco. Vários IPOs (Oferta Pública Inicial) que estavam para sair foram postergados por falta de interesse de quem tem sido o grande comprador, que é o investidor estrangeiro. Se não tiver um fluxo maior, números que superem R$ 6,7 bilhões, o mercado vai continuar na base do giro", afirmou o sócio-diretor daTítulo Corretora, Marcio Cardoso.

De olho na inflação
A publicação na semana passada pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do aumento da Selic em 0,25 p.p, não teve grandes influências no desempenho dos papéis na semana, por conta de ter sido considerada pelos analistas uma decisão já precificada.

No entanto, os investidores ficarão atentos nesta semana à publicação da ata do Copom, prevista para a proxima quinta-feira (28). Antes disso, Delapieve acredita que a divulgação do Relatório Focus, na segunda-feira (25), já dará ao mercado uma visão de como será o cenário inflacionário no segundo semestre do ano. "O mercado comprou a idea de que pode ser encerrado o ciclo de alta da taxa de juros, porém, o mercado quer ler a ata, e o Relatório Focus será um bom termômetro para balizar como será essa publicação", afirma.

Temporada de balanços
Na semana passada, a temporada de balanços ocorreu a todo vapor nos Estados Unidos, enquanto, por aqui, as divulgações ainda ocorreram de forma tímida, tendo entre as divulgações o desempenho da negativo Natura (NATU3) e, por outro lado, o resultado em linha com o esperado da Weg (WEGE3).

A exemplo da semana passada, a continuidade dos resultado dos balanços corporativos nos EUA e o início do aquecimento da temporada de divulgação de balanços por aqui - tendo como principal destaque a publicação dos resultados da Vale -, devem continuar a chamar a atenção dos investidores nesta semana.

"Os investidores ficarão de olho nos resultados, já que muito setores sofreram demais a tendência de queda nos últimos pregões e é possível que aconteça um refluxo para aqueles ativos que foram mais prejudicados. Isso já vem acontecendo nos últimos três pregões com o setor imobiliário, que vem em tendência de alta, com as empresas prevendo aumento das vendas para o próximo ano", explica Cardoso.

Outros indicadores relevantes
Ademais, o mercado permanecerá atento à importantes indicadores econômicos nos Estados Unidos, em especial para a divulgação do Livro Bege do Fed, na quarta-feira (27), além de indicadores sobre confiança do consumidor, vendas de moradias na terça-feira e o Initial Claims, que serão publicados no decorrer da semana.

No front doméstico, além do Relatório Focus e da ata do Copom, são aguardados ainda importantes indicadores de inflação, entre eles o IGP-M (Índice Geral de Preço - Mercado).

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sábado, julho 16

Escalada da crise da dívida pode mudar até configuração da Zona do Euro, diz banco

Escalada da crise da dívida pode mudar até configuração da Zona do Euro, diz banco

15 de julho de 2011 • 19h59 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – Para o Commerzbank, a escalada da crise da dívida soberana na Zona do Euro pode levar à saída dos países periféricos da União Europeia, embora a expansão do mecanismo de resgate, o EFSF (European Financial Stability Facility), e a emissão de títulos de dívidas conjuntas sejam as alternativas mais provavéis a serem utilizadas para evitar este cenário.

O analista Jörg Kramer afirma que a preocupação tem sido o aumento do spread dos títulos de dívida italianos e espanhóis em relação aos germânicos, lembrando do risco de que essas economias, que estão entre as maiores da Zona do Euro, sejam contagiadas pela crise.

Kramer também lembra que qualquer passo a ser dado na região demoraria, visto a natureza política da região, lembrando que o EFSF ainda não funciona em sua totalidade, já que ainda não foi ratificado por alguns parlamentos nacionais, como o alemão.

Caso a situação ainda piore, o BCE (Banco Central Europeu) pode inclusive comprar títulos de divida de grandes países como Itália e Espanha, embora essa alternativa seja de curto prazo, não devendo perdurar por muito tempo na análise do banco alemão.

Ademais, o analista lembra que o mercado de títulos de países periféricos vai continuar extremamente nervoso no momento.

Expansão do mecanismo
Os ministros de finança do continente concordaram na quantia de € 440 bilhões para a região, lembra Kramer, mas apenas € 255 bilhões estão disponíveis no momento, com € 17,7 bilhões já comprometidos para Irlanda e € 26 bilhões para Portugal, enquanto o resgate grego tem sido feito com outras fontes.

Contudo, a Grécia deverá precisar de mais € 120 bilhões até a metade de 2014 e, caso a Espanha também precise de ajuda – Kramer estima em € 266 bilhões –, o fundo será insuficiente. Com a expansão para € 440 bilhões, o fundo até conseguiria sustentar essas duas economias, mas a necessidade italiana de € 487 bilhões extrapola essa disponibilidade.

Com isso, Kramer acredita na possibilidade de que os ministros de finanças da região elevem o fundo para ao menos € 600 bilhões.

Títulos de dívida europeus
Outra saída seria a emissão de títulos de dívidas conjuntos, com os países da Zona do Euro agindo juntos enquanto tomadores de empréstimos no mercado de capitais, o que protegeria países com rating ruim.

Contudo, isso não significaria que os países seriam sujeitos individualmente às obrigações das outras nações, provavelmente haveria uma distribuição de obrigatoriedades limitada.

Kramer também afirma que provavelmente uma garantia adicional, por parte de países com rating AAA ou AA, garantiria um rating AA para o título conjunto.

O analista também afirma que os países não deverão concordar em taxas de juros idênticas para todas as nações. De acordo com ele, nações com maior nota de crédito deverão pagar taxas menores que as emissões, enquanto aquelas com taxas ruins pagarão taxas maiores.

Para realocar o fardo das taxas, os ministros deverão usar indicadores fiscais, como o nível das dívidas, ou a performance econômica como indicativo. Esses títulos conjuntos, lembra Kramer, seria um instrumento forte para acalmar a escalada da dívida, mas contudo, ele ressalta que o eleitorado dos países com nota maior não estão preparados para assumir a dívida dos países periféricos.

Com isso, “a união política deverá se encontrar com resistência política”, o que pode atrapalhar a estabilidade desses títulos no longo prazo.

Saída dos países periféricos
Uma terceira opção para a crise é a retirada dos países periféricos da Zona do Euro, com a re-introdução de moedas próprias, deixando o euro confinado em países estáveis, com regulação fiscal combinada aplicada estritamente, fazendo com que a união seja mais estável no longo prazo.

Contudo, tal ação lançaria a Europa em uma crise econômica severa, já que após os países periféricos soubessem da re-introdução de suas moedas, os seus habitantes retirariam seu dinheiro dos bancos ou transferiam para os países estáveis, com a intenção de evitar a depreciação esperada.

Assim, para limitar esse efeito, a União Europeia teria de limitar as transações de capitais, limitando também as trocas de bens entre os membros. As empresas também seriam prejudicadas, visto que continuariam a ter que pagar suas dividas em euros.

O desempenho da economia ficaria danificado, ainda mais do que na crise de 2008, o que faz que Kramer acredite que os ministros não corram esse risco, tomando esta decisão apenas em último caso. O analista também lembra que se os países periféricos passarem por um default e os seus sistemas financeiros tiverem um colapso, eles não teriam nada a perder nessa opção.

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Sem soluções para déficit público europeu e americano, volatilidade não deixa a bolsa

Sem soluções para déficit público europeu e americano, volatilidade não deixa a bolsa

15 de julho de 2011 • 20h55 Por: Tatiane Monteiro Bortolozi

SÃO PAULO - Volatilidade foi a palavra de ordem para a bolsa brasileira na última semana. O período trouxe novos temores na Zona do Euro, com o rating grego rebaixado em 3 notas pela Fitch e os títulos de longo prazo irlandeses reduzidos a grau especulativo pela Moody's. Nos Estados Unidos, apesar das pressões do presidente Barack Obama, e do secretário do Tesouro, Timothy Geithner, permaneceu indefinido o aumento do teto da dívida pública, e a falta de resultados levou a Moody's a colocar o rating em revisão.

O déficit público europeu e a necessidade de aprovação de um novo limite para os gastos do governo norte-americano "são os dois condicionantes que devem manter a volatilidade do mercado na próxima semana", afirma o analista e sócio da Técnica Assessoria de Mercados e Capital, Harold Thau. Ao menos a expectativa é de oscilações menos intensas, já que os temores norte-americanos e europeus aproximam-se de uma resolução no curto prazo.

"É óbvio que quando sentam-se à mesa os ministros das finanças e a autoridade monetária da Zona do Euro, as cabeças nem sempre têm a mesma opinião. Mas é importante encontrar uma saída. Isso coloca em xeque a credibilidade da comunidade europeia", explica Thau. "A expectativa é que se crie um programa de apoio à Grécia, e consequentemente à Irlanda e outros países centrais, que podem apresentar problemas, especialmente enquanto a economia europeia não estiver crescendo na velocidade desejada", continua o analista.

As autoridades do FMI (Fundo Monetário Internacional) voltam a reunir-se na próxima semana, em busca de um consenso sobre a crise grega. As negociações continuam no noticiário, já que na terça (19) e quinta-feira (21) acontecem os leilões de títulos na Espanha. "Dado que os spreads dos títulos espanhóis e italianos continuaram a subir mesmo com a aprovação do pacote fiscal na Itália, os leilões certamente atrairão a atenção de todos", diz o economista Mario Schneider, do Banif.

Estados Unidos: moratória é improvável
Nos Estados Unidos, o impasse é político. Nas discussões sobre o aumento do teto de endividamento público, que atingiu o limite legal e atualmente é de US$ 14,3 trilhões, os republicanos rejeitam qualquer acordo que inclua o aumento de impostos, enquanto democratas resistem a deixar que os cortes atinjam os programas sociais.

A aprovação do Congresso, entretanto, deve ser concedida antes mesmo do prazo de 2 de agosto, segundo a Técnica Assessoria. "Não importa de qual partido, os congressistas não querem que a economia e seu risco reclassificados pelas agências. Na verdade, o que mais se teme não é o calote, mas a pressão dos mercados e a perspectiva de diminuição do rating", diz Thau.

Na agenda para o período, os Estados Unidos recebem uma bateria de indicadores sobre o mercado imobiliário, além de também dados sobre a indústria. No entanto, o estrategista de varejo da Ágora Corretora, José Francisco Cataldo, deixa a pauta econômica em segundo plano, dando foco maior aos resultados corporativos que serão divulgados por lá.

"Os Estados Unidos também estão em um ciclo de divulgação de resultados corporativos. Desta forma, na ausência de indicadores importantes, estes números podem gerar volatilidade. Os mercados acompanham o impacto da desaceleração ou não da economia norte-americana sobre o desempenho das empresas", comenta Cataldo.

Aumento de 0,25 p.p. da Selic está precificado
Na quarta-feira (20), será divulgada a nova taxa básica de juros brasileira. O consenso de mercado sugere um aumento de 0,25 pontos percentuais, para 12,50% ao ano. O mais incerto continua a ser a extensão dos aumentos promovidos pelo Banco Central, já que o aumento já estaria precificado.

Para a Ágora, a autarquia deve evitar fazer novos aumentos no curto prazo, para ter tempo de avaliar os impactos da desaceleração do crescimento global. Já a Técnica projeta mais um aumento para a Selic, de igual magnitude, embora prefira outras medidas de contenção macroeconômica, "impedindo que o aumento da taxa de juros prejudique o crescimento econômico".

Resultados corporativos locais
O resultado das companhias brasileiras listadas em bolsa apresentaram um crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro trimestre, os lucros e o Ebitda (geração operacional de caixa) cresceram 25% e 17% sobre o mesmo período de 2010, respectivamente. "A macroeconomia caminha bem, mas não está refletida na bolsa", diz Thau.

O analista da Técnica e o estrategista da Ágora são unânimes ao apontar um descompasso entre o mercado local - "com múltiplos atraentes, mais interessantes do que os de vários países emergentes, e também do que alguns países desenvolvidos", diz Cataldo - e as economias externas. O desempenho inferior "pode ser atribuído à indesejável alta das taxas de juros acima do necessário, fazendo com a bolsa, apesar da pujança do resultado das empresas, tenha um desempenho ruim", propõe a Técnica.

A expectativa para a temporada de resultados do segundo trimestre, que traz como destaque os números da Natura (NATU3), é de um desempenho positivo da economia brasileira, impulsionando o setor corporativo. "O lucro consolidado das empresas ainda mostra rendimentos interessantes, mas o primeiro trimestre acabou ofuscado pelos fatores externo. O mercado está mais precificado nesta questão", diz Cataldo.

Tendências
Em termos de precificação, a bolsa mostra um patamar interessante. Passado o cenário de aversão ao risco, que leva o investidor a proteger-se em aplicações mais conservadoras, há a oportunidade de ganhar com múltiplos atraentes, sugere a Ágora.

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Comentário semanal: Ibovespa recua 3,31% e se mantém na mínima do ano

Comentário semanal: Ibovespa recua 3,31% e se mantém na mínima do ano

15 de julho de 2011 • 20h08 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Em semana marcada pela preocupação do mercado acerca da crise fiscal na Zona do Euro, pelo início do período de divulgação dos resultados corporativos trimestrais nos EUA, além da afirmativa do presidente do Fed, Ben Bernanke, de que não vê a possibilidade de novos estímulos econômicos para o país, o Ibovespa registrou queda de 3,31% na semana - pior semana desde final de janeiro desse ano -, fechando esta sexta-feira (15) aos 59.478 pontos, seu menor patamar desde 25 de maio de 2010.

As ações da GOL (GOLL4) registraram queda de 11,63% na semana, terminando a semana cotadas a R$ 17,47 cada. O papel teve como principais drivers na semana a compra da Webjet, quarta maior companhia aérea brasileira, a revisão negativa no rating corporativo da GOL pela Moody’s e os dados operacionais da companhia no mês de junho, onde se apurou uma perda no market share no segmento internacional.

Já as ações BRF Foods (BRFS3) fecharam esta semana como principal destaque positivo dentre os papéis que compõem o benchmark, acumulando alta de 17,20%, encerrando o pregão desta sexta-feira cotadas a R$ 29,50 cada. Repercutiu para esse movimento positivo a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) - com algumas restrições - da fusão das marcas Sadia e Perdigão, processo que teve início no ano de 2009 e deu origem à Brasil Foods.

Petro e Vale
Os papéis da Petrobras (PETR4, -1,92%; PETR3, -2,12%) fecharam esta semana no campo negativo. Na segunda-feira (11), a estatal brasileira negou "com veemência" as insinuações de favorecimento ilícito à empresa Manchester, em licitação de R$ 300 milhões para a prestação de serviços na Bacia de Campos, denunciadas pelo jornal "O Estado de São Paulo" no último domingo.

As ações da Vale (VALE3, -0,98%; VALE5, -0,48%) também encerram a semana em queda. A companhia anunciou que desistiu da aquisição da Metorex, afirmando que não tem intenções de igualar a oferta apresentada na última semana pelo Jinchuan Group, da China. Além disso, a agência de classificação de risco Fitch afirmou o rating de dívida da Vale em BBB+, e concedeu a mesma nota ao IDR (Rating de Probabilidade de Inadimplência do Emissor) em moeda local e estrangeira.

Ainda no noticiário da mineradora, a companhia assinou um acordo com a sua subsidiária Vale Fertilizantes (FFTL4) para constituir uma joint venture com a intenção de explorar o TUF (Terminal Portuário da Ultrafértil), em Santos, que movimenta enxofre, amônia e fertilizantes.

Zona do Euro em foco
Após Grécia e Portugal ganharem destaque nos debates sobre a crise fiscal na Europa, a Itália foi o foco da semana, devido às incertezas sobre a efetividade do plano de austeridade italiano lançado em 2010. Apesar dos líderes da União Europeia terem acenado por um fundo de resgate mais flexível para auxiliar os países devedores da região, os investidores demonstraram estar preocupados com a deterioração da situação econômica na Zona do Euro.

Entretanto, na quarta-feira (13), o governo da italiano chegou a um consenso sobre um novo plano de austeridade no valor de € 47 bilhões, fato bem recebido pelo mercado, com queda na percepção de risco sobre a possibilidade de contágio de economias centrais da Zona do Euro. Ainda na Itália, houve a captação de cerca de € 5 bilhões com a venda de títulos com vencimento entre 5 e 15 anos, registrando aumento do juro exigido pelo mercado apesar da maior procura pelos papéis.

Já na sexta-feira, foi realizado o teste de estresse com 90 bancos de 21 países da União Europeia, o qual mostrou que oito instituições financeiras foram reprovadas, resultando em um déficit de € 2,5 bilhões, segundo a EBA (European Banking Authority).

Rebaixamento de ratings na Europa
A agência de classificação de risco Fitch reduziu o rating para os títulos de longo prazo do governo grego, na quarta-feira, de B+ para CCC, com perspectiva negativa. No dia anterior, a Moody’s já havia reduzido o rating da Irlanda, de Baa3 para Ba1, também com perspectiva negativa.

EUA
No front norte-americano, a ata da última reunião do Fed mostrou divergência dos membros do comitê acerca da inclusão de um novo plano incentivo do governo dos EUA e o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, reportou que o banco central já listava três possíveis programas de estímulo econômico, para o país. Entretanto, Bernanke voltou atrás e afirmou que a instituição “pode não estar preparada, no momento, para adotar novas medidas”.

Ainda em relação aos Estados Unidos, a Moody’s colocou o rating do país em revisão para um possível corte, destacando a falta de resultados práticos em elevar o teto de sua dívida externa, o que poderá vir a fazer com que a maior economia mundial passe por um default.

Agenda da semana
No Brasil, a semana começou com o Relatório Focus mostrando um aumento nas projeções para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e para a Selic. A divulgação do IPC (Índice de Preço ao Consumidor) pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apontou variação positiva dos preços de 0,19% na primeira quadrissemana de julho.

Ainda no front doméstico, o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) apontou deflação de 0,21% na primeira prévia de julho. Já a balança comercial registrou superávit de US$ 1,871 bilhões nas duas primeiras semanas deste mês, enquanto o IPC (Índice de Preço ao Consumidor) apontou variação positiva dos preços de 0,19% na primeira quadrissemana do sétimo mês do ano.

Também por aqui, o Banco Central divulgou o IBC-Br (Índice Mensal de Atividade do BC), que apresentou o queda na atividade econômica, com recuo de 0,68% na passagem de abril para maio.

Nos EUA, o déficit na balança comercial norte-americana avançou no mês de maio em relação a abril, ficando acima do teto estimado por analistas, enquanto o Departamento do Tesouro do país divulgou que o orçamento do governo norte-americano registrou déficit de US$ 43,1 bilhões em junho, resultado melhor do que o esperado.

Enquanto isso, o número de pedidos de auxílio desemprego recuou mais do que o esperado, apontando 405 mil novas solicitações na passagem semanal. Já confiança do consumidor norte-americano medida pela Universidade de Michigan foi menor do que a esperada em julho, enquanto a produção industrial norte-americana apresentou alta de 0,2% em junho, resultado em linha com as projeções do mercado.

Ainda no front internacional, o governo chinês divulgou um crescimento de 9,5% da economia do país, por conta de maiores investimentos e um grande consumo interno. As expectativas eram de um avanço de 9,4%.

Câmbio e Renda Fixa
A moeda norte-americana fechou esta sexta-feira cotada a R$ 1,575. Na semana, a valorização acumulada foi de 0,64%.

No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, o contrato de juros de maior liquidez nesta semana, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,48%, alta de 0,02 ponto percentual em relação à semana anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado 136,16% de seu valor de face, queda de 0,095% na semana.

Confira a agenda da próxima semana
Na agenda para a terceira semana de julho, os investidores estarão atentos a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) e ao novo rumo da política monetária, além do IPCA-15 de julho. No mercado interno também teremos o vencimento de opções sobre ações.

No cenário internacional, as atenções se voltam para a divulgação do Leading Indicators nos Estados Unidos, bem como para dados do setor imobiliário do país em junho. Já na Inglaterra, será apresentada a ata da última reunião do banco central local.

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sexta-feira, julho 15

IBOV sinaliza dúvida após perder 60000 pontos

IBOV sinaliza dúvida após perder 60000 pontos

Comentário de Fechamento, 15/07/2011

IBOV: dia de maior indefinição. Tendência de baixa permanece com status inalterado.

PETR4: apresenta movimentação positiva, principalmente agora no final do pregão. Mantém tendência de baixa bem definida, mas não perde o suporte de 22,85 dado por fundos anterior. Forma um triângulo descendente. A perda do suporte pode sinalizar a retomada da pressão vendedora para um prazo maior.

VALE5: trabalha em tendência de alta, na contra mão do mercado. O rompimento de 47,20 pode abrir expectativa positiva e a possibilidade de um trade na ponta compradora. Por enquanto, prefiro ficar de fora.

GGBR4: tendência de baixa de prazo maior, assim como todos os ativos do setor de siderurgia. Confirma hoje a perda do suporte em 15.25 dado pelo fundo anterior. Como vem de vários dias de queda seguidos, não vejo uma entrada exatamente agora.

CYRE3: tendência de baixa vai se concretizando. Importante suporte perdido na casa dos 14,65 trabalha agora com resistência. Candle de indefinição. Expectativa de retomada da pressão vendedora.

BBDC4: chamou a atenção dentro do setor bancário, por sinalizar a perda de um suporte mais antigo.

ITSA4 e ITUB4: sinalizam alguma possibilidade de repique, mas nenhum sinal claro para montar uma posição no ativo.

BTOW3: tendência de baixa muito forte e clara. Apesar do estado sobre-vendido, não vejo nenhuma sinalização de reversão da tendência. Ativo mais fraco do setor de varejo.

BEEF3: destaque positivo no pregão de hoje. Com quase 6,00% de alta, ativo rompe topo anterior e já vira a média de 21 pra cima. Por 3 critérios, temos uma frágil tendência de alta. De qualquer forma, por testar uma resistência em 5,55, não vejo uma entrada clara.

POMO4: confirma tendência de baixa por topos e fundos e média de 21 descendente, com preços trabalhando abaixo da mesma. Hoje, com barra de força, perde suporte importante em 6,60. Um pouco longe da média.

MNDL4: mais um dia de alta. Tendência de alta muito forte. Já vem de vários dias de alta , está afastado da média de 21. Não vejo oportunidades para novas entradas no momento.

OGXP3: testa fundo anterior com um candle de reversão, dentro de um movimento mais lateral nas últimas semanas. Sugere algum repique. Tendência de baixa para um prazo maior.

AMBV4: forte dia de pressão vendedora. Perde fundo anterior e trabalha abaixo da média de 21. Já não temos mais uma tendência de baixa. Próximo suporte na faixa de 47,84.

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Dólar cai 0,19% na sexta-feira, mas fecha a semana com valorização de 0,64%

Dólar cai 0,19% na sexta-feira, mas fecha a semana com valorização de 0,64%

15 de julho de 2011 • 17h05 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – Apesar da queda de 0,19% vista nesta sexta-feira (15), o dólar comercial conseguiu fechar a semana no azul, acumulando valorização de 0,64% entre os dias 11 e 15 de julho, terminando cotado a R$ 1,575 na venda. Com muitas referências no front doméstico, nos EUA e na Europa, a moeda norte-americana manteve-se no negativo durante todo o intraday, a despeito do clima instável visto no mercado de ações brasileiro.

Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,5788 na compra e a R$ 1,5796 na venda, alta de 0,09% frente ao fechamento de quinta-feira, acumulando alta de 0,70% na semana.

No front doméstico, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado cambial à vista. A operação ocorreu entre às 15h35 (horário de Brasília) e às 15h408 e teve uma taxa de corte aceita em R$ 1,5745.

Estados Unidos
Na véspera, a agência de classificação de risco Standard & Poor's colocou o rating dos EUA sob revisão para um possível rebaixamento, frente às dificuldades para um acordo político no congresso do país a respeito do teto para a dívida pública, seguindo a Moody’s que já havia realizado esse movimento nessa semana, aumentando a percepção negativa no mercado.

Na agenda econômica do país, destaque para a confiança do consumidor norte-americano em julho, que ficou abaixo das expectativas do mercado. Já o CPI (Consumer Price Index) registrou deflação de 0,2% em junho, contra queda de 0,1% esperada pelo mercado, enquanto o Core CPI, que exclui os itens mais voláteis, teve avanço de 0,3%, ante projeções de aumento de 0,2%.

Ainda na principal economia do mundo, o New York Empire State Index, indicador da atividade industrial na região de Nova York em julho chegou a 3,76 pontos negativos, contra previsão de 1,0 ponto positivo. Enquanto isso, a produção industrial norte-americana apresentou alta de 0,2% em junho, resultado em linha com as projeções do mercado. A capacidade industrial utilizada atingiu 76,7%.

Teste de estresse europeu
Outra referência importante na sessão foi o teste de estresse realizado com 90 bancos de 21 países da União Europeia, mostrando que oito instituições financeiras foram reprovadas, resultando em um déficit de € 2,5 bilhões, informou a EBA (European Banking Authority). De acordo com informações da Dow Jones, dos oito bancos reprovados, cinco eram espanhóis, dois eram gregos e um da Áustria também.

Dólar comercial e futuro
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,5730 na compra e R$ 1,5750 na venda, baixa de 0,19% em relação ao fechamento anterior. Apesar desta queda, o dólar acumula valorização de 0,83% em julho, frente à baixa de 1,14% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 5,47%.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em agosto segue o dia cotado a R$ 1,579, baixa de 0,28% em relação ao fechamento de R$ 1,584 da última quinta-feira. O contrato com vencimento em setembro, por sua vez, opera em baixa de 0,25%, atingindo R$ 1,592 frente à R$ 1,596 do fechamento de ontem.

O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F Bovespa, registrava R$ 1,5750000.

FRA de cupom cambial
Por fim, o FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 3,45 para setembro de 2011, 0,30 ponto percentual acima do que foi registrado na sessão anterior.

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Em sessão instável, Ibovespa cai 0,34% e renova mínima desde 25 de maio de 2010

Em sessão instável, Ibovespa cai 0,34% e renova mínima desde 25 de maio de 2010

15 de julho de 2011 • 18h23 Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Após chegar a subir 0,71% no começo do dia, o Ibovespa reverteu seu sinal logo após a divulgação de dados decepcionantes da economia norte-americana, chegando a cair 0,84% no intraday. Amenizando suas perdas no fim do dia, o principal ínidice de ações da bolsa brasileira fechou em queda de 0,34%, aos 59.478 pontos, renovando a mínima registrada em 25 de maio pelo segundo pregão consecutivo. O grio financeiro R$ 5,749 bilhões.

Revertendo a trajetória positiva do início das operações, o benchmark passou a operar no campo negativo com divulgação da queda na confiança do consumidor norte-americano na economia do país, apesar do clima positivo no mercado dos EUA provocado pelos fortes resultados trimestrais de Google e Citigroup, que vieram melhores do que o esperado. Os investidores também avaliaram o resultado do teste de estresse com os bancos europeus, que mostrou que 8 das 90 instituições avaliadas foram reprovadas.

Destaques do pregão
Na ponta negativa, o destaque ficou por conta do setor siderúrgico, com Gerdau (GGBR4, -3,18%, R$ 14,62), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, -2,43%, R$ 18,50) e Usiminas (USIM5, -2,37%, R$ 11,96) figurando entre as maiores quedas.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód.AtivoCot R$% Dia% AnoVol1
GGBR4 GERDAU PN14,62-3,18-35,1091,41M
BRTO4 BRASIL TELEC PN13,40-2,62+13,928,69M
BISA3 BROOKFIELD ON6,79-2,44-19,018,52M
GOAU4 GERDAU MET PN18,50-2,43-30,3928,79M
USIM5 USIMINAS PNA11,96-2,37-37,1252,90M

Na ponta positiva, destaque para as ações da JBS-Friboi (JBSS3), que registraram alta de 2,59%, cotadas a R$ 5,54.

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód.AtivoCot R$% Dia% AnoVol1
JBSS3 JBS ON5,54+2,59-22,7322,85M
CESP6 CESP PNB32,82+2,56+23,8122,35M
LLXL3 LLX LOG ON4,58+1,78-3,175,02M
TMAR5 TELEMAR N L PNA45,99+1,64-1,913,86M
DTEX3 DURATEX ON11,64+1,57-21,4613,30M

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o índice Bovespa, foram:

CódigoAtivoCot R$Var %Vol1Vol 30d1Neg
VALE5 VALE PNA45,88+0,17610,78M580,11M18.662
ITUB4 ITAUUNIBANCO PN31,69-0,31449,47M239,79M19.362
PETR4 PETROBRAS PN22,99+0,17362,84M356,98M13.895
OGXP3 OGX PETROLEO ON13,90+1,24305,07M231,09M17.157
BBDC4 BRADESCO PN28,74-1,64199,61M155,62M12.337
PETR3 PETROBRAS ON25,38+0,32188,93M109,30M11.813
VALE3 VALE ON50,60-0,06166,12M160,75M7.378
BBAS3 BRASIL ON25,77-0,81129,54M120,60M7.065
ITSA4 ITAUSA PN10,50-0,19117,58M85,06M9.559
BVMF3 BMFBOVESPA ON9,77+1,24116,53M125,77M9.234

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)

Agenda
No Brasil, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgou os números do IGP-10 (Índice Geral de Preços – 10) do mês de julho, o qual registrou deflação de 0,12%, 0,10 ponto percentual superior ao mês anterior.

Já nos EUA, o CPI (Consumer Price Index), índice que mede a evolução dos preços ao consumidor nos EUA, registrou deflação de 0,2% em junho, contra queda nos preços de 0,1% esperada pelo mercado. O Core CPI, que exclui os itens mais voláteis, teve avanço de 0,3%.

Em relação à indústria norte-americana, o indicador da atividade industrial na região de Nova York em julho decepcionou ao registrar 3,76 pontos negativos, enquanto a produção industrial do país apresentou alta de 0,2% em junho, resultado em linha com as projeções do mercado.

Ainda no front norte-americano, a confiança do consumidor norte-americano, medida pela Universidade de Michigan, foi menor do que a esperada em julho, ao apontar 63,8 pontos.

Bolsas Internacionais
O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em alta de 0,98% e atingiu 2.790 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 valorizou-se 0,56% a 1.316 pontos, da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, subiu 0,34% a 12.480 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou baixa de 0,66% e atingiu 3.727 pontos; no mesmo sentido, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres desvalorizou-se 0,06% a 5.844 pontos. Por outro lado, o DAX 30 da bolsa de Frankfurt fechou em leve alta de 0,07%, atingindo 7.220 pontos.

Dólar
O dólar comercial conseguiu fechar a semana no azul, acumulando valorização de 0,64% entre os dias 11 e 15 de julho, terminando cotado a R$ 1,575 na venda. Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,5788 na compra e a R$ 1,5796 na venda, alta de 0,09% frente ao fechamento de quinta-feira, acumulando alta de 0,70% na semana.

No front doméstico, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado cambial à vista. A operação ocorreu entre às 15h35 (horário de Brasília) e às 15h408 e teve uma taxa de corte aceita em R$ 1,5745.

Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam em alta. O contrato de juros de maior liquidez nesta sexta-feira, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,48%, 0,01 ponto percentual acima do fechamento de quinta-feira.

No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou em queda de 0,15% em relação ao fechamento anterior, a 136,16% do valor de face.

Já o indicador de risco-País fechou em alta de 4 pontos-base, aos 171 pontos.

Confira a agenda para a próxima sessão
No Brasil, A FGV (Fundação Getulio Vargas) anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de julho, enquanto o Banco Central revela o relatório semanal Focus. Ainda por aqui, o Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana. Haverá também o vencimento de opções sobre ações negociadas na BM&F Bovespa.

Já nos EUA, o Departamento do Tesouro apresenta o Treasury International Capital, com a demanda estrangeira por títulos e ativos norte-americanos em janeiro.

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