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segunda-feira, outubro 31

Formador de mercado ganha importância e amplia liquidez no mercado de ações

Por: Rodolfo Amstalden

31/10/05 - 11h45

InfoMoney

SÃO PAULO - Quem acompanha o mercado de ações pode ter notado nos últimos meses que a preocupação das empresas em ampliar a liquidez de suas ações vem aumentando. Com a forte presença de investidores institucionais no mercado, tanto nacionais como estrangeiros, a liquidez dos papéis ganha importância como um dos critérios na composição de carteira de ações.

Além de ofertas de ações ampliando o free float de seus papéis, muitas empresas têm adotado um formador de mercado para suas ações, principalmente aquelas cujas ações não ficam entre as mais negociadas na Bovespa ou que querem aumentar a liquidez, visando atrair investidores e ter seus papéis incluídos ou com peso maior no Ibovespa.

Percepção favorável
Para Haroldo Levy, presidente da Apimec-SP (Associação dos Analistas e Profissionais do Mercado de Capitais de São Paulo), a idéia de formadores de mercado na Bolsa de Valores paulista "está funcionando".

Parece um bom indício, o que há de se confirmar mediante a definição do formador de mercado, também conhecido como market maker. Levy explica que sua principal função é "melhorar a liquidez das ações". Mas há outras vantagens envolvidas.

O papel do formador
O formador é uma instituição contratada por empresas de capital aberto, cujo objetivo é garantir liquidez mínima ou referência de preço a determinados ativos. Isso é feito sob a forma de ofertas firmes de compra e venda, cujo spread máximo está pré-estabelecido.

Não há como ignorar, portanto, a ajuda que o market maker dá a empresas que estão começando na Bolsa, ou que buscam maior liquidez em seus papéis. Ele evita fortes movimentos artificiais no preço das ações e pode atrair novos investidores, devido à redução da volatilidade entre compra e venda.

Em contrapartida, há benefícios também à corretora ou banco que desempenha o papel de formador. Além da remuneração paga pelas empresas contratantes, é claro. O sócio da Ágora Senior Alan Gandelman destaca que "é uma boa chance de se aproximar das empresas".

Casamentos que dão certo
São 16 as empresas que contam atualmente com market makers na Bovespa; e sete as corretoras ou bancos que se já atuam com esta função. Esses agentes já se uniram em alguns casamentos de sucesso, como é o caso da parceria entre Grendene e Bradesco Corretora.

A gerente de relação com investidores da Grendene Dóris Wilhelm explica que "o spread pré-definido para o trabalho do market maker ajuda bastante a reduzir a volatilidade". Para Wilhelm, movimentos ligados às grandes realizações de investidores institucionais, ou mesmo a fatores macroeconômicos, são amenizados com a figura do formador.

O argumento de menor volatilidade e maior liquidez pode ser comprovada com números. É o que mostra Aníbal César dos Santos, diretor-presidente da Bradesco Corretora. Santos afirma que, de 1 a 23 de setembro - último dia sem formador - havia um fluxo médio de 47.500 ações da Grendene por dia. Esse valor passou a 215.500 depois do início da atuação da corretora.

Mercado para formar mercado
O sócio da Ágora, uma das primeiras corretoras a se especializar como formadora de mercado no Brasil, lembra que no início de 2004 tratava-se de "um mercado novo, mas já com bom potencial". Não é tão mais novidade, embora o potencial continue.

O fato é que, dada a qualidade dos serviços prestados, ainda existe muito espaço para que o market maker cresça dentro da Bovespa. Neste sentido, ambas as corretoras entrevistadas declararam que estão em conversas adiantadas com empresas em busca de formador.

Se o objetivo for possibilitar que o investidor olhe para bons investimentos no mercado de ações, que venham mais casamentos. São importantes estímulos à diversificação de investimentos.

 

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Formador de mercado ganha importância e amplia liquidez no mercado de ações

Por: Rodolfo Amstalden

31/10/05 - 11h45

InfoMoney

SÃO PAULO - Quem acompanha o mercado de ações pode ter notado nos últimos meses que a preocupação das empresas em ampliar a liquidez de suas ações vem aumentando. Com a forte presença de investidores institucionais no mercado, tanto nacionais como estrangeiros, a liquidez dos papéis ganha importância como um dos critérios na composição de carteira de ações.

Além de ofertas de ações ampliando o free float de seus papéis, muitas empresas têm adotado um formador de mercado para suas ações, principalmente aquelas cujas ações não ficam entre as mais negociadas na Bovespa ou que querem aumentar a liquidez, visando atrair investidores e ter seus papéis incluídos ou com peso maior no Ibovespa.

Percepção favorável
Para Haroldo Levy, presidente da Apimec-SP (Associação dos Analistas e Profissionais do Mercado de Capitais de São Paulo), a idéia de formadores de mercado na Bolsa de Valores paulista "está funcionando".

Parece um bom indício, o que há de se confirmar mediante a definição do formador de mercado, também conhecido como market maker. Levy explica que sua principal função é "melhorar a liquidez das ações". Mas há outras vantagens envolvidas.

O papel do formador
O formador é uma instituição contratada por empresas de capital aberto, cujo objetivo é garantir liquidez mínima ou referência de preço a determinados ativos. Isso é feito sob a forma de ofertas firmes de compra e venda, cujo spread máximo está pré-estabelecido.

Não há como ignorar, portanto, a ajuda que o market maker dá a empresas que estão começando na Bolsa, ou que buscam maior liquidez em seus papéis. Ele evita fortes movimentos artificiais no preço das ações e pode atrair novos investidores, devido à redução da volatilidade entre compra e venda.

Em contrapartida, há benefícios também à corretora ou banco que desempenha o papel de formador. Além da remuneração paga pelas empresas contratantes, é claro. O sócio da Ágora Senior Alan Gandelman destaca que "é uma boa chance de se aproximar das empresas".

Casamentos que dão certo
São 16 as empresas que contam atualmente com market makers na Bovespa; e sete as corretoras ou bancos que se já atuam com esta função. Esses agentes já se uniram em alguns casamentos de sucesso, como é o caso da parceria entre Grendene e Bradesco Corretora.

A gerente de relação com investidores da Grendene Dóris Wilhelm explica que "o spread pré-definido para o trabalho do market maker ajuda bastante a reduzir a volatilidade". Para Wilhelm, movimentos ligados às grandes realizações de investidores institucionais, ou mesmo a fatores macroeconômicos, são amenizados com a figura do formador.

O argumento de menor volatilidade e maior liquidez pode ser comprovada com números. É o que mostra Aníbal César dos Santos, diretor-presidente da Bradesco Corretora. Santos afirma que, de 1 a 23 de setembro - último dia sem formador - havia um fluxo médio de 47.500 ações da Grendene por dia. Esse valor passou a 215.500 depois do início da atuação da corretora.

Mercado para formar mercado
O sócio da Ágora, uma das primeiras corretoras a se especializar como formadora de mercado no Brasil, lembra que no início de 2004 tratava-se de "um mercado novo, mas já com bom potencial". Não é tão mais novidade, embora o potencial continue.

O fato é que, dada a qualidade dos serviços prestados, ainda existe muito espaço para que o market maker cresça dentro da Bovespa. Neste sentido, ambas as corretoras entrevistadas declararam que estão em conversas adiantadas com empresas em busca de formador.

Se o objetivo for possibilitar que o investidor olhe para bons investimentos no mercado de ações, que venham mais casamentos. São importantes estímulos à diversificação de investimentos.

 

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Análise para o dia 1º de novembro

Análise para 1º de novembro

   Ibovespa fecha em alta de 2,98% com 30.193 pontos e volume financeiro de 1,59 bilhão. Após 17 pregões indicando venda, o parabólico gerou o primeiro sinal de compra. No diário, a banda central das Bollinger Bands foi recuperada e apesar do baixo volume dos últimos dias, o topo histórico do OBV será rompido com uma alta nesta terça. No mês, Ibovespa acumulou perda de 4,40%. Não haverá after market devido ao feriado de quarta-feira. Gráfico do Ibovespa.

   VALE5 - MM5 cruzando a MM21 indicando início de tendência de alta para o curto prazo. Topo histórico do OBV rompido e candle recuperando LTA com início em 27/06/05. Também a favor dos comprados, existe um GAP de baixa aberto em 05/10/05.

   CMIG4 - Abertura com GAP de alta, fechamento em alta de 5,16% e volume 5% acima da média. LTB rompida e Parabólico sinalizando compra. Compras apenas com bom gerenciamento de risco, o stop está apenas em 76.

   TCSL3 - Em congestão há dois meses, está testando suporte e caiu pelo sexto dia consecutivo. Evitar compras.

   NATU3 - Realizou durante as duas últimas horas e ainda não conseguiu romper a resistência de 91 reais, que está sendo testada há dois meses. Rompendo esta resistência, deverá buscar topo do canal de alta em 95,06. Risco/retorno desfavorável.

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
CPLE6, FJTA4, PRGA4, RAPT4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
ARCZ6, CRUZ3, CTAX4, FESA4, NETC4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
LAME4, NATU3, WEGE4

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Análise para o dia 1º de novembro

Análise para 1º de novembro

   Ibovespa fecha em alta de 2,98% com 30.193 pontos e volume financeiro de 1,59 bilhão. Após 17 pregões indicando venda, o parabólico gerou o primeiro sinal de compra. No diário, a banda central das Bollinger Bands foi recuperada e apesar do baixo volume dos últimos dias, o topo histórico do OBV será rompido com uma alta nesta terça. No mês, Ibovespa acumulou perda de 4,40%. Não haverá after market devido ao feriado de quarta-feira. Gráfico do Ibovespa.

   VALE5 - MM5 cruzando a MM21 indicando início de tendência de alta para o curto prazo. Topo histórico do OBV rompido e candle recuperando LTA com início em 27/06/05. Também a favor dos comprados, existe um GAP de baixa aberto em 05/10/05.

   CMIG4 - Abertura com GAP de alta, fechamento em alta de 5,16% e volume 5% acima da média. LTB rompida e Parabólico sinalizando compra. Compras apenas com bom gerenciamento de risco, o stop está apenas em 76.

   TCSL3 - Em congestão há dois meses, está testando suporte e caiu pelo sexto dia consecutivo. Evitar compras.

   NATU3 - Realizou durante as duas últimas horas e ainda não conseguiu romper a resistência de 91 reais, que está sendo testada há dois meses. Rompendo esta resistência, deverá buscar topo do canal de alta em 95,06. Risco/retorno desfavorável.

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
CPLE6, FJTA4, PRGA4, RAPT4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
ARCZ6, CRUZ3, CTAX4, FESA4, NETC4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
LAME4, NATU3, WEGE4

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domingo, outubro 30

Análise para o dia 31 de outubro

Análise para 31 de outubro

   Ibovespa fecha em alta de 0,64% com 29.318 pontos e volume financeiro de 1,66 bilhão. Deste volume, cerca de 20% foi movimentado pelas ações da Nossa Caixa, que foram lançadas nesta sexta com o código BNCA3. Esta semana o Ibovespa não apresentou surpresas, movimentou entre uma estreita faixa de 29.100 a 29.900 pontos. Gráfico do Ibovespa.

   EBTP4 - Em tendência indefinida para o curto e médio prazo. No momento, as melhores operações são de curto prazo, comprando a 5,39 e vendendo a 5,70. O conservador deve evitar compras porque o suporte mais forte está apenas em 5,10.

   TRPL4 - Tendência primária e secundária de alta, terciária de baixa. Está formando um martelo no semanal sobre LTA com início em 26/07/05 e sobre a MM21, podendo gerar uma compra arrojada. Resistência 25,75. Suporte 21,90. Projeção final pelo pivot de alta = 28,46.

   USIM5 - Está demonstrando sinais de exaustão da tendência de baixa. Fez um harami de alta em 21/10/05 sobre fibo de 61,8%, LTA com início em 07/05/2004 e suporte no IFR. Parabólico já dando sinal de compra. Conservador deve aguardar rompimento de LTB no semanal e alta com volume mais forte.

   BRTO4 - Tendência primária e secundária indefinida, terciária de alta com pivot de alta confirmado projetando 12,29 pela expansão de fibo e pelo topo do canal de alta. Gera compra caso seja formado um candle de reversão sobre suporte de 10,15 nos próximos dias.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
AMBV4, BELG4, CMET4, CYRE3, ENBR3, GGBR3, GOAU4, LIGH3, MAGS5, PETR3, PMAM4, TRPL4, UNIP6, USIM3, VALE5

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
MNDL4, TNCP4, TNLP3

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
BOBR4, BRTO4, CSNA3, ELPL4


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Análise para o dia 31 de outubro

Análise para 31 de outubro

   Ibovespa fecha em alta de 0,64% com 29.318 pontos e volume financeiro de 1,66 bilhão. Deste volume, cerca de 20% foi movimentado pelas ações da Nossa Caixa, que foram lançadas nesta sexta com o código BNCA3. Esta semana o Ibovespa não apresentou surpresas, movimentou entre uma estreita faixa de 29.100 a 29.900 pontos. Gráfico do Ibovespa.

   EBTP4 - Em tendência indefinida para o curto e médio prazo. No momento, as melhores operações são de curto prazo, comprando a 5,39 e vendendo a 5,70. O conservador deve evitar compras porque o suporte mais forte está apenas em 5,10.

   TRPL4 - Tendência primária e secundária de alta, terciária de baixa. Está formando um martelo no semanal sobre LTA com início em 26/07/05 e sobre a MM21, podendo gerar uma compra arrojada. Resistência 25,75. Suporte 21,90. Projeção final pelo pivot de alta = 28,46.

   USIM5 - Está demonstrando sinais de exaustão da tendência de baixa. Fez um harami de alta em 21/10/05 sobre fibo de 61,8%, LTA com início em 07/05/2004 e suporte no IFR. Parabólico já dando sinal de compra. Conservador deve aguardar rompimento de LTB no semanal e alta com volume mais forte.

   BRTO4 - Tendência primária e secundária indefinida, terciária de alta com pivot de alta confirmado projetando 12,29 pela expansão de fibo e pelo topo do canal de alta. Gera compra caso seja formado um candle de reversão sobre suporte de 10,15 nos próximos dias.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
AMBV4, BELG4, CMET4, CYRE3, ENBR3, GGBR3, GOAU4, LIGH3, MAGS5, PETR3, PMAM4, TRPL4, UNIP6, USIM3, VALE5

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
MNDL4, TNCP4, TNLP3

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
BOBR4, BRTO4, CSNA3, ELPL4


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sexta-feira, outubro 28

Nossa Caixa 2

Nossa Caixa: Segunda oferta de ações deve ser discutida em 180 dias, diz Guardia

Uma segunda oferta de ações do Banco Nossa Caixa (BNCA3) só deve entrar em
discussão daqui a seis meses, afirmou hoje o secretário de Fazendo do Estado de
São Paulo, Eduardo Guardia. A instituição etreou hoje no Novo Mercado da Bovespa
(Bolsa de Valores de São Paulo) com a oferta de 25% de seu capital, embora tenha
autorização para vender 49%. Só será feita (segunda oferta) se em condições
favoráveis de mercado, disse Guardia em coletiva concedida hoje.
Com a primeira oferta, de 26.758.934 ações ordinárias, o banco captou R$ 829,5
milhões. Tem ainda o direito de colocar no mercado um lote suplementar. Caso
exerça esse direito, o que pode ser feito em 30 dias, a Nossa Caixa terá
ofertado 28,75% do capital do banco e alcançado com isso o valor de R$ 953
milhões.

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Nossa Caixa 2

Nossa Caixa: Segunda oferta de ações deve ser discutida em 180 dias, diz Guardia

Uma segunda oferta de ações do Banco Nossa Caixa (BNCA3) só deve entrar em
discussão daqui a seis meses, afirmou hoje o secretário de Fazendo do Estado de
São Paulo, Eduardo Guardia. A instituição etreou hoje no Novo Mercado da Bovespa
(Bolsa de Valores de São Paulo) com a oferta de 25% de seu capital, embora tenha
autorização para vender 49%. Só será feita (segunda oferta) se em condições
favoráveis de mercado, disse Guardia em coletiva concedida hoje.
Com a primeira oferta, de 26.758.934 ações ordinárias, o banco captou R$ 829,5
milhões. Tem ainda o direito de colocar no mercado um lote suplementar. Caso
exerça esse direito, o que pode ser feito em 30 dias, a Nossa Caixa terá
ofertado 28,75% do capital do banco e alcançado com isso o valor de R$ 953
milhões.

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Ações da Acesita continuarão pressionadas

Por: Bruno Moura
28/10/05 - 10h15
InfoMoney

SÃO PAULO - A corretora Ágora Senior divulgou sua opinião acerca do acordo entre Arcelor e Sistel para a aquisição pela primeira da participação da segunda na Acesita. O fundo de pensão Sistel detém atualmente 12,13% do capital ordinário da Acesita, único produtor de aços especiais inoxidáveis e siliciosos na América do Sul.

A siderúrgica européia Arcelor pagará R$ 135,9 milhões, o equivalente a R$ 45 por ação, pela aquisição da participação. O preço é semelhante ao pago anteriormente pelas participações da Previ e da Petros na siderúrgica brasileira.

A operação resultará numa participação da Arcelor na Acesita de 76% das ações ordinárias e 40% do capital total. O passo seguinte será a realização de uma oferta pública para aquisição das ações ordinárias em circulação no mercado, pagando o equivalente a 80% do preço pago aos fundos de pensão.

Acesita não integrará, porém, Arcelor Brasil
A decisão já era esperada, dada a relevância deste ativo para a estratégia de aço inoxidável da européia nas Américas. O Brasil é um alvo de investimentos primordial para a Arcelor, que controla a Belgo Mineira e detém participação, além de na Acesita, na Companhia Siderúrgica de Tubarão.

Há dúvidas, entretanto, sobre a postura da Arcelor em relação à Acesita, num momento seguinte. Por exemplo, a sua incorporação na Arcelor Brasil (holding em formação) foi descartada a priori. Devido a este tipo de incertezas, os analistas crêem que as ações da brasileira continuarão pressionadas e há, por outro lado, alternativas mais interessantes no setor, tais como: Gerdau, CSN e Usiminas (em ordem de preferência).

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Ações da Acesita continuarão pressionadas

Por: Bruno Moura
28/10/05 - 10h15
InfoMoney

SÃO PAULO - A corretora Ágora Senior divulgou sua opinião acerca do acordo entre Arcelor e Sistel para a aquisição pela primeira da participação da segunda na Acesita. O fundo de pensão Sistel detém atualmente 12,13% do capital ordinário da Acesita, único produtor de aços especiais inoxidáveis e siliciosos na América do Sul.

A siderúrgica européia Arcelor pagará R$ 135,9 milhões, o equivalente a R$ 45 por ação, pela aquisição da participação. O preço é semelhante ao pago anteriormente pelas participações da Previ e da Petros na siderúrgica brasileira.

A operação resultará numa participação da Arcelor na Acesita de 76% das ações ordinárias e 40% do capital total. O passo seguinte será a realização de uma oferta pública para aquisição das ações ordinárias em circulação no mercado, pagando o equivalente a 80% do preço pago aos fundos de pensão.

Acesita não integrará, porém, Arcelor Brasil
A decisão já era esperada, dada a relevância deste ativo para a estratégia de aço inoxidável da européia nas Américas. O Brasil é um alvo de investimentos primordial para a Arcelor, que controla a Belgo Mineira e detém participação, além de na Acesita, na Companhia Siderúrgica de Tubarão.

Há dúvidas, entretanto, sobre a postura da Arcelor em relação à Acesita, num momento seguinte. Por exemplo, a sua incorporação na Arcelor Brasil (holding em formação) foi descartada a priori. Devido a este tipo de incertezas, os analistas crêem que as ações da brasileira continuarão pressionadas e há, por outro lado, alternativas mais interessantes no setor, tais como: Gerdau, CSN e Usiminas (em ordem de preferência).

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quinta-feira, outubro 27

É hora de comprar ou vender ações na Bovespa?

Por: Cauê Todeschini de Assunção
27/10/05 - 12h58
InfoMoney

SÃO PAULO - Em um momento de forte volatilidade no mercado brasileiro, a Global Invest Asset Management e a Consultoria Econômica GRC Visão procuraram responder, em palestra ministrada pelo Sócio-Gestor da Global Invest, Fernando Pinto Ferreira, à seguinte questão: é hora de comprar ou vender ações na Bovespa?

As instituições revelam que existe um conflito entre o cenário externo e o interno atualmente, o qual não deve permitir que o Ibovespa chegue aos 35 mil pontos antes de fevereiro do próximo ano nem aos 40 mil pontos antes de 2007.

Cenário interno: oportunidade
Ferreira acredita que fatores como a imunidade do mercado em relação à crise política, como visto nas últimas semanas e o início da trajetória descendente da taxa básica de juro beneficiam o cenário interno, criando oportunidades de compra no mercado acionário.

Quanto ao desempenho fiscal do governo, o sócio-gestor da Global Invest revela que o superávit primário já está garantido para 2005, o que, somado à redução da dívida do setor público, deve garantir que a classificação de risco brasileira vá rumo ao Investment Grade no médio prazo.

Por fim, Fernando Pinto Ferreira revela que outro bom sinal é a manutenção do sinal positivo nas contas externas, apesar da valorização do real frente ao dólar neste ano.

Cenário externo: Risco
Se as oportunidades vêm do cenário doméstico, os riscos são provenientes, principalmente, do plano externo. A Global Invest e a GRC Visão acreditam que as elevações da taxa básica de juro nos Estados Unidos levará a uma realocação global de portfolios, restando apenas a dúvida sobre se este será processo gradual ou brusco.

Outros riscos apontados por Ferreira foram o "estouro" da bolha no mercado imobiliário norte-americano, o processo de desaceleração do crescimento econômico chinês e o financiamento dos déficits gêmeos nos Estados Unidos.

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É hora de comprar ou vender ações na Bovespa?

Por: Cauê Todeschini de Assunção
27/10/05 - 12h58
InfoMoney

SÃO PAULO - Em um momento de forte volatilidade no mercado brasileiro, a Global Invest Asset Management e a Consultoria Econômica GRC Visão procuraram responder, em palestra ministrada pelo Sócio-Gestor da Global Invest, Fernando Pinto Ferreira, à seguinte questão: é hora de comprar ou vender ações na Bovespa?

As instituições revelam que existe um conflito entre o cenário externo e o interno atualmente, o qual não deve permitir que o Ibovespa chegue aos 35 mil pontos antes de fevereiro do próximo ano nem aos 40 mil pontos antes de 2007.

Cenário interno: oportunidade
Ferreira acredita que fatores como a imunidade do mercado em relação à crise política, como visto nas últimas semanas e o início da trajetória descendente da taxa básica de juro beneficiam o cenário interno, criando oportunidades de compra no mercado acionário.

Quanto ao desempenho fiscal do governo, o sócio-gestor da Global Invest revela que o superávit primário já está garantido para 2005, o que, somado à redução da dívida do setor público, deve garantir que a classificação de risco brasileira vá rumo ao Investment Grade no médio prazo.

Por fim, Fernando Pinto Ferreira revela que outro bom sinal é a manutenção do sinal positivo nas contas externas, apesar da valorização do real frente ao dólar neste ano.

Cenário externo: Risco
Se as oportunidades vêm do cenário doméstico, os riscos são provenientes, principalmente, do plano externo. A Global Invest e a GRC Visão acreditam que as elevações da taxa básica de juro nos Estados Unidos levará a uma realocação global de portfolios, restando apenas a dúvida sobre se este será processo gradual ou brusco.

Outros riscos apontados por Ferreira foram o "estouro" da bolha no mercado imobiliário norte-americano, o processo de desaceleração do crescimento econômico chinês e o financiamento dos déficits gêmeos nos Estados Unidos.

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Arcelor e Sistel assinaram compromisso de compra e venda de ações da Acesita

27/10/05 - 09h28
Bovespa

SÃO PAULO - A empresa enviou o seguinte comunicado:

"Nos termos do paragrafo primeiro do Artigo 3o da Instrucao CVM 358/02, a ACESITA S.A. informa que recebeu, nesta data (26/10/2005), com vistas a divulgacao, as seguintes informacoes de sua acionista Fundacao Sistel de Seguridade Social - SISTEL:

1. A ARCELOR e a SISTEL assinaram em 26/10/2005, "Compromisso de Compra e de Venda de Acoes", no qual a SISTEL se obriga a vender a ARCELOR e esta se obriga a comprar da SISTEL, diante do cumprimento de condicoes precedentes estabelecidas entre as partes, a totalidade das 3.021.236 (tres milhoes, vinte e um mil, duzentos e trinta e seis) acoes ordinarias emitidas pela ACESITA e detidas pela SISTEL, representativas de 12,13% do capital votante e 4,05% do capital total da Companhia no valor de R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) por acao.

2. Caso a ARCELOR venha a alienar o controle acionario da ACESITA a qualquer terceiro, por preco superior ao estabelecido no "Compromisso" em referencia, dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da data de fechamento da operacao, a ARCELOR compromete-se a pagar a SISTEL a diferenca positiva entre o preco por acao pago por terceiro, exceto no caso de transferencia para companhias controladas, direta ou indiretamente, pela ARCELOR".

Enviou, ainda, o Fato Relevante publicado por Arcelor:

"Em cumprimento ao disposto na Instrucao CVM 358/02, a Arcelor, sociedade anonima constituida sob as leis de Luxemburgo, informa que celebrou, em 26 de outubro de 2005, um compromisso de compra e venda com a Fundacao Sistel de Seguridade Social ("Sistel"), pelo qual a Arcelor ira adquirir da Sistel 3.021.236 acoes ordinarias de emissao da Acesita S.A. ("Acesita"), que representam a totalidade da participacao da Sistel no capital votante da Acesita, igual a 12,13% do mesmo ("Aquisicao"). A Aquisicao das ("Aprovacao Previa da SPC") e a aprovacao previa por autoridades concorrenciais nao-brasileiras competentes. A Arcelor pagara a vista o preco de R$ 45,00 por acao, corrigido pro rata die pela variacao do Indice Nacional de Precos ao Consumidor - INPC, mais 6% ao ano ("Preco"), entre 1 de janeiro de 2006 (ou o dia seguinte a obtencao da Aprovacao Previa da SPC, o que ocorrer por ultimo) e a data na qual a Arcelor pagar o Preco a Sistel e a Sistel transferir a titularidade das acoes a Arcelor.

Apos a consumacao (i) da aquisicao das acoes ordinarias da Acesita pertencentes a Caixa de Previdencia dos Funcionarios do Banco do Brasil - Previ ("Previ") e a Fundacao Petrobras de Seguridade Social - Petros ("Petros"), em decorrencia do exercicio da opcao de compra anteriormente divulgado em Fato Relevante publicado em 30 de setembro de 2005 e 7 de outubro de 2005 e (ii) da Aquisicao, a Arcelor passara a ter 18.861.382 acoes ordinarias da Acesita, que representam 75,75% das acoes ordinarias da companhia e 96,87% das acoes objeto do acordo de acionistas da Acesita, o que lhe dara a condicao de controladora unica da Acesita.

Uma vez consumadas as referidas aquisicoes e em atendimento a legislacao aplicavel, a Arcelor devera lancar uma oferta publica, por alienacao de controle, de aquisicao das acoes ordinarias em circulacao de emissao da Acesita, por preco por acao igual a 80% (oitenta por cento) da media do preco por acao pago a Previ, Petros e Sistel. Luxemburgo, 27 de outubro de 2005 ARCELOR.

Nota: encontram-se a disposicao no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no Menu Empresas/Para Investidores/Informacoes Relevantes, os Fatos Relevantes de 30/9 e 7/10/2005."

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Arcelor e Sistel assinaram compromisso de compra e venda de ações da Acesita

27/10/05 - 09h28
Bovespa

SÃO PAULO - A empresa enviou o seguinte comunicado:

"Nos termos do paragrafo primeiro do Artigo 3o da Instrucao CVM 358/02, a ACESITA S.A. informa que recebeu, nesta data (26/10/2005), com vistas a divulgacao, as seguintes informacoes de sua acionista Fundacao Sistel de Seguridade Social - SISTEL:

1. A ARCELOR e a SISTEL assinaram em 26/10/2005, "Compromisso de Compra e de Venda de Acoes", no qual a SISTEL se obriga a vender a ARCELOR e esta se obriga a comprar da SISTEL, diante do cumprimento de condicoes precedentes estabelecidas entre as partes, a totalidade das 3.021.236 (tres milhoes, vinte e um mil, duzentos e trinta e seis) acoes ordinarias emitidas pela ACESITA e detidas pela SISTEL, representativas de 12,13% do capital votante e 4,05% do capital total da Companhia no valor de R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) por acao.

2. Caso a ARCELOR venha a alienar o controle acionario da ACESITA a qualquer terceiro, por preco superior ao estabelecido no "Compromisso" em referencia, dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da data de fechamento da operacao, a ARCELOR compromete-se a pagar a SISTEL a diferenca positiva entre o preco por acao pago por terceiro, exceto no caso de transferencia para companhias controladas, direta ou indiretamente, pela ARCELOR".

Enviou, ainda, o Fato Relevante publicado por Arcelor:

"Em cumprimento ao disposto na Instrucao CVM 358/02, a Arcelor, sociedade anonima constituida sob as leis de Luxemburgo, informa que celebrou, em 26 de outubro de 2005, um compromisso de compra e venda com a Fundacao Sistel de Seguridade Social ("Sistel"), pelo qual a Arcelor ira adquirir da Sistel 3.021.236 acoes ordinarias de emissao da Acesita S.A. ("Acesita"), que representam a totalidade da participacao da Sistel no capital votante da Acesita, igual a 12,13% do mesmo ("Aquisicao"). A Aquisicao das ("Aprovacao Previa da SPC") e a aprovacao previa por autoridades concorrenciais nao-brasileiras competentes. A Arcelor pagara a vista o preco de R$ 45,00 por acao, corrigido pro rata die pela variacao do Indice Nacional de Precos ao Consumidor - INPC, mais 6% ao ano ("Preco"), entre 1 de janeiro de 2006 (ou o dia seguinte a obtencao da Aprovacao Previa da SPC, o que ocorrer por ultimo) e a data na qual a Arcelor pagar o Preco a Sistel e a Sistel transferir a titularidade das acoes a Arcelor.

Apos a consumacao (i) da aquisicao das acoes ordinarias da Acesita pertencentes a Caixa de Previdencia dos Funcionarios do Banco do Brasil - Previ ("Previ") e a Fundacao Petrobras de Seguridade Social - Petros ("Petros"), em decorrencia do exercicio da opcao de compra anteriormente divulgado em Fato Relevante publicado em 30 de setembro de 2005 e 7 de outubro de 2005 e (ii) da Aquisicao, a Arcelor passara a ter 18.861.382 acoes ordinarias da Acesita, que representam 75,75% das acoes ordinarias da companhia e 96,87% das acoes objeto do acordo de acionistas da Acesita, o que lhe dara a condicao de controladora unica da Acesita.

Uma vez consumadas as referidas aquisicoes e em atendimento a legislacao aplicavel, a Arcelor devera lancar uma oferta publica, por alienacao de controle, de aquisicao das acoes ordinarias em circulacao de emissao da Acesita, por preco por acao igual a 80% (oitenta por cento) da media do preco por acao pago a Previ, Petros e Sistel. Luxemburgo, 27 de outubro de 2005 ARCELOR.

Nota: encontram-se a disposicao no site da BOVESPA (www.bovespa.com.br), no Menu Empresas/Para Investidores/Informacoes Relevantes, os Fatos Relevantes de 30/9 e 7/10/2005."

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Saída de estrangeiros pesa e Ibovespa encerra pregão em forte queda

Por: Equipe InfoMoney
27/10/05 - 19h28
InfoMoney

SÃO PAULO - Mesmo diante de um tom otimista da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada pela manhã, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em forte queda de 2,01% nesta quinta-feira (27), cotado a 29.133 pontos, pressionado, em especial, por uma saída de recursos de investidores estrangeiros. O volume financeiro foi reduzido e somou R$ 1,075 bilhão.

Com o rendimento dos Treasuries de 10 anos, referencial do juro a longo prazo nos EUA, em patamar elevado, o mercado teme que haja um redirecionamento dos recursos em direção às economias centrais, o que prejudicaria de forma substancial as aplicações em países emergentes. Neste cenário, é interessante observar que, na véspera, o yield dos títulos de 10 anos do Tesouro dos EUA atingiu o maior nível desde março deste ano.

Ainda no cenário externo, o recuo das bolsas norte-americanas, em virtude de notícias provenientes da esfera corporativa e da divulgação de indicadores econômicos relevantes, como o número de pedidos e entregas de bens duráveis daquele país em setembro, que mostrou um desempenho abaixo do esperado, contribuiu para o nervosismo nos mercados brasileiros nesta quinta-feira.

Ata teve pouca influência sobre as negociações

Neste contexto, a divulgação da ata do Copom teve impacto apenas marginal sobre as negociações desta quinta-feira. O documento destacou que as recentes pressões inflacionárias verificadas no País são transitórias, corroborando com a perspectiva de que novos cortes de 0,50 ponto percentual na taxa Selic ainda estão por vir.

Também no âmbito doméstico, foi publicado nesta manhã um importante índice de preços. O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), referente ao mês de outubro, apurou inflação de 0,60%, frente a uma variação negativa de 0,53% de setembro.

No front político, investidores estiveram atentos à acareação na CPI do Mensalão entre o publicitário Marcos Valério e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, a qual revelou contradições em relação aos valores repassados por Valério ao PL e à participação da companhia Guaranhus como intermediária dos repasses. Destaque também para aprovação do pedido de cassação do deputado José Dirceu pelo Conselho de Ética da Câmara.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
CLSC6 Celesc PNB N2 1,37 -4,86 +29,29 4,77M
CSTB4 * Sid Tubarao PN 135,50 -4,57 -10,23 10,87M
ELET3 * Eletrobras ON 38,70 -4,44 +2,41 9,39M
NETC4 Net PN N2 0,89 -4,30 +107,60 25,57M
PTIP4 Ipiranga Pet PN 23,20 -4,01 -9,41 3,82M

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
TSPP4 Telesp Cel PN 7,82 +2,89 -56,50 7,00M
BRKM5 Braskem PNA 18,53 +1,25 -43,74 20,41M
TCOC4 Tele Centro Oeste PN 18,94 +0,95 -24,66 1,60M
BBAS3 Brasil ON 40,44 +0,89 +29,57 4,31K

Liderando as perdas entre os papéis que integram o Ibovespa, os papéis preferenciais classe B da Celesc recuaram 4,86%, para R$ 1,37, dando seqüência a um movimento de realização de lucros iniciado na véspera.

No mesmo sentido, as ações preferenciais da CST fecharam em forte baixa de 4,57% nesta quinta-feira, cotadas a R$ 135,50, depois da companhia divulgar seus resultados, referentes ao terceiro trimestre do ano, que mostraram significativo recuo na comparação com o mesmo período de 2004.

Em contrapartida, os papéis preferenciais da Telesp Celular encerraram o pregão em alta de 2,89%, a R$ 7,82, com investidores aguardando a divulgação dos resultados da empresa. A expectativa é de que a operadora apresente uma recuperação em suas margens no terceiro trimestre deste ano, dada a adoção de campanhas comerciais menos agressivas e a fraca base de comparação do segundo trimestre.

Dólar subiu, com nova intervenção do BC
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2910, o que representa uma alta de 0,53% frente ao fechamento anterior. Mais uma vez, a moeda norte-americana voltou a acelerar seu movimento de valorização, após o anúncio de compra de dólares por parte do BC.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 119,45% de seu valor de face, o que representa uma alta de 0,04%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 369 pontos base, alta de 7 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA no vermelho
Nos Estados Unidos, diante da divulgação de indicadores econômicos fracos e de notícias preocupantes provenientes do âmbito corporativo, as principais bolsas do país fecharam em queda. Na última quarta-feira, a General Motors anunciou que recebeu intimação da SEC, órgão norte-americano equivalente à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), como parte de um inquérito sobre suas práticas contábeis e outros tópicos.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em baixa de 1,73% e atinge 2.064 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones desvalorizou-se 1,11% a 10.230 pontos. Da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, caiu 1,05% a 1.179 pontos.

Na Europa, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registrou baixa de 1,93% e atingiu 4.806 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 1,73% chegando a 4.336 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,86% a 5.183 pontos.

Saem dados do PIB dos EUA na sexta-feira
Na próxima sexta-feira, o Banco Central publica sua Nota do Setor Externo referente ao mês de setembro, contendo informações sobre investimento estrangeiro e transações correntes no Brasil.

Os investidores norte-americanos estarão atentos ao Employment Cost Index, um indicador dos custos da mão-de-obra norte-americana no terceiro trimestre de 2005. Foco também nas prévias do GDP (Gross Domestic Product), sigla em inglês para Produto Interno Bruto, e de seu deflator. Juntos, eles refletem a produção econômica real no terceiro trimestre de 2005.

Por fim, a Universidade de Michigan divulga o Michigan Sentiment. O indicador complementa o Consumer Confidence, medindo a confiança do consumidor norte-americano no mês de outubro.

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Saída de estrangeiros pesa e Ibovespa encerra pregão em forte queda

Por: Equipe InfoMoney
27/10/05 - 19h28
InfoMoney

SÃO PAULO - Mesmo diante de um tom otimista da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada pela manhã, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em forte queda de 2,01% nesta quinta-feira (27), cotado a 29.133 pontos, pressionado, em especial, por uma saída de recursos de investidores estrangeiros. O volume financeiro foi reduzido e somou R$ 1,075 bilhão.

Com o rendimento dos Treasuries de 10 anos, referencial do juro a longo prazo nos EUA, em patamar elevado, o mercado teme que haja um redirecionamento dos recursos em direção às economias centrais, o que prejudicaria de forma substancial as aplicações em países emergentes. Neste cenário, é interessante observar que, na véspera, o yield dos títulos de 10 anos do Tesouro dos EUA atingiu o maior nível desde março deste ano.

Ainda no cenário externo, o recuo das bolsas norte-americanas, em virtude de notícias provenientes da esfera corporativa e da divulgação de indicadores econômicos relevantes, como o número de pedidos e entregas de bens duráveis daquele país em setembro, que mostrou um desempenho abaixo do esperado, contribuiu para o nervosismo nos mercados brasileiros nesta quinta-feira.

Ata teve pouca influência sobre as negociações

Neste contexto, a divulgação da ata do Copom teve impacto apenas marginal sobre as negociações desta quinta-feira. O documento destacou que as recentes pressões inflacionárias verificadas no País são transitórias, corroborando com a perspectiva de que novos cortes de 0,50 ponto percentual na taxa Selic ainda estão por vir.

Também no âmbito doméstico, foi publicado nesta manhã um importante índice de preços. O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), referente ao mês de outubro, apurou inflação de 0,60%, frente a uma variação negativa de 0,53% de setembro.

No front político, investidores estiveram atentos à acareação na CPI do Mensalão entre o publicitário Marcos Valério e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, a qual revelou contradições em relação aos valores repassados por Valério ao PL e à participação da companhia Guaranhus como intermediária dos repasses. Destaque também para aprovação do pedido de cassação do deputado José Dirceu pelo Conselho de Ética da Câmara.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
CLSC6 Celesc PNB N2 1,37 -4,86 +29,29 4,77M
CSTB4 * Sid Tubarao PN 135,50 -4,57 -10,23 10,87M
ELET3 * Eletrobras ON 38,70 -4,44 +2,41 9,39M
NETC4 Net PN N2 0,89 -4,30 +107,60 25,57M
PTIP4 Ipiranga Pet PN 23,20 -4,01 -9,41 3,82M

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
TSPP4 Telesp Cel PN 7,82 +2,89 -56,50 7,00M
BRKM5 Braskem PNA 18,53 +1,25 -43,74 20,41M
TCOC4 Tele Centro Oeste PN 18,94 +0,95 -24,66 1,60M
BBAS3 Brasil ON 40,44 +0,89 +29,57 4,31K

Liderando as perdas entre os papéis que integram o Ibovespa, os papéis preferenciais classe B da Celesc recuaram 4,86%, para R$ 1,37, dando seqüência a um movimento de realização de lucros iniciado na véspera.

No mesmo sentido, as ações preferenciais da CST fecharam em forte baixa de 4,57% nesta quinta-feira, cotadas a R$ 135,50, depois da companhia divulgar seus resultados, referentes ao terceiro trimestre do ano, que mostraram significativo recuo na comparação com o mesmo período de 2004.

Em contrapartida, os papéis preferenciais da Telesp Celular encerraram o pregão em alta de 2,89%, a R$ 7,82, com investidores aguardando a divulgação dos resultados da empresa. A expectativa é de que a operadora apresente uma recuperação em suas margens no terceiro trimestre deste ano, dada a adoção de campanhas comerciais menos agressivas e a fraca base de comparação do segundo trimestre.

Dólar subiu, com nova intervenção do BC
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2910, o que representa uma alta de 0,53% frente ao fechamento anterior. Mais uma vez, a moeda norte-americana voltou a acelerar seu movimento de valorização, após o anúncio de compra de dólares por parte do BC.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 119,45% de seu valor de face, o que representa uma alta de 0,04%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 369 pontos base, alta de 7 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA no vermelho
Nos Estados Unidos, diante da divulgação de indicadores econômicos fracos e de notícias preocupantes provenientes do âmbito corporativo, as principais bolsas do país fecharam em queda. Na última quarta-feira, a General Motors anunciou que recebeu intimação da SEC, órgão norte-americano equivalente à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), como parte de um inquérito sobre suas práticas contábeis e outros tópicos.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em baixa de 1,73% e atinge 2.064 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones desvalorizou-se 1,11% a 10.230 pontos. Da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, caiu 1,05% a 1.179 pontos.

Na Europa, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registrou baixa de 1,93% e atingiu 4.806 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 1,73% chegando a 4.336 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,86% a 5.183 pontos.

Saem dados do PIB dos EUA na sexta-feira
Na próxima sexta-feira, o Banco Central publica sua Nota do Setor Externo referente ao mês de setembro, contendo informações sobre investimento estrangeiro e transações correntes no Brasil.

Os investidores norte-americanos estarão atentos ao Employment Cost Index, um indicador dos custos da mão-de-obra norte-americana no terceiro trimestre de 2005. Foco também nas prévias do GDP (Gross Domestic Product), sigla em inglês para Produto Interno Bruto, e de seu deflator. Juntos, eles refletem a produção econômica real no terceiro trimestre de 2005.

Por fim, a Universidade de Michigan divulga o Michigan Sentiment. O indicador complementa o Consumer Confidence, medindo a confiança do consumidor norte-americano no mês de outubro.

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Preço da oferta de Nossa Caixa

O bookbuilding da Oferta, realizado em 25/10, fixou o preço em R$ 31,00 por ação. Os pedidos de reserva foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5.000,00. Sobre o valor excedente a R$ 5.000,00, foi aplicado o rateio de 4,620%. A liquidação financeira será realizada no dia 01/11

Exemplo de rateio: um investidor que tenha feito uma reserva R$ 9.000,00 receberá R$ 5.184,80, resultado da soma de R$ 5.000,00 com R$ 184,80 (4,62% sobre o excedente R$ 4.000,00).

Oferta para Empregados e Aposentados do Banco Nossa Caixa: o preço com desconto é de R$ 26,35. Não houve rateio para os Empregados e Aposentados.

O início de negociação do papel é amanhã, dia 28/10. O código do mesmo é BNCA3.

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Preço da oferta de Nossa Caixa

O bookbuilding da Oferta, realizado em 25/10, fixou o preço em R$ 31,00 por ação. Os pedidos de reserva foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5.000,00. Sobre o valor excedente a R$ 5.000,00, foi aplicado o rateio de 4,620%. A liquidação financeira será realizada no dia 01/11

Exemplo de rateio: um investidor que tenha feito uma reserva R$ 9.000,00 receberá R$ 5.184,80, resultado da soma de R$ 5.000,00 com R$ 184,80 (4,62% sobre o excedente R$ 4.000,00).

Oferta para Empregados e Aposentados do Banco Nossa Caixa: o preço com desconto é de R$ 26,35. Não houve rateio para os Empregados e Aposentados.

O início de negociação do papel é amanhã, dia 28/10. O código do mesmo é BNCA3.

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quarta-feira, outubro 26

Análise para o dia 27 de outubro

Análise para 27 de outubro

   Ibovespa fecha em alta de 0,78% com 29.729 pontos e volume financeiro de 1,45 bilhão. Dia de muita variação, com Ibovespa e Ibovespa Futuro operando no vermelho e no azul por diversas vezes. Nesta quinta, Ibovespa deverá testar a resistência dos 30.000 novamente. Nos últimos cinco dias, testou sem sucesso por três vezes. Gráfico do Ibovespa.

   SDIA4 - Poderá gerar nesta quinta uma compra arrojada ao romper 5,28. Formou um engolfo de alta com bom volume sobre o fibo de 61,8% e MM200. Rompendo a máxima desta quarta, deverá também romper a LTB com início em 03/10/05. Operação arrojada, entrar com capital reduzido (stop está a 8,90% de distância do ponto de compra).

   PMAM4 - O fundo anterior do IFR foi perdido. No diário formou o quinto candle seguido de queda, perdeu a MM200 e ainda não indica sinais de reversão. Possui suporte em 12,60, novas compras devem ser evitadas.

   ARCZ6 - Tendência indefinida para curto e médio prazo. Risco/retorno desfavorável no momento, estocástico sobrecomprado. Aguardar rompimento de 9,50.

   BRAP4 - Tendência primária e secundária de alta, terciária de baixa. Respeitou LTA com início em 27/06/05, formando um engolfo de alta sobre o suporte. Para o curto prazo, aguardar melhor momento de compra.

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
ARCZ6, BBDC4, BRKM5, CNFB4, CPLE3, CRTP5, CYRE3, ENBR3, GOLL4, ITAU4, PRGA4, RIPI4, SBSP3, SDIA4, SZPQ4, TCOC4, TLCP4, TNLP4, TRPL4, USIM5, VALE3, VALE5, VCPA4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
TNCP4, TNLP3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BBAS3, BOBR4, EMBR3, PMAM4, TBLE3, TLPP4, TSPP4


Download do metastock de 26 de outubro
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Veja mais detalhes das operações aqui mencionadas em nosso site
www.cjb.com.br

 

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Análise para o dia 27 de outubro

Análise para 27 de outubro

   Ibovespa fecha em alta de 0,78% com 29.729 pontos e volume financeiro de 1,45 bilhão. Dia de muita variação, com Ibovespa e Ibovespa Futuro operando no vermelho e no azul por diversas vezes. Nesta quinta, Ibovespa deverá testar a resistência dos 30.000 novamente. Nos últimos cinco dias, testou sem sucesso por três vezes. Gráfico do Ibovespa.

   SDIA4 - Poderá gerar nesta quinta uma compra arrojada ao romper 5,28. Formou um engolfo de alta com bom volume sobre o fibo de 61,8% e MM200. Rompendo a máxima desta quarta, deverá também romper a LTB com início em 03/10/05. Operação arrojada, entrar com capital reduzido (stop está a 8,90% de distância do ponto de compra).

   PMAM4 - O fundo anterior do IFR foi perdido. No diário formou o quinto candle seguido de queda, perdeu a MM200 e ainda não indica sinais de reversão. Possui suporte em 12,60, novas compras devem ser evitadas.

   ARCZ6 - Tendência indefinida para curto e médio prazo. Risco/retorno desfavorável no momento, estocástico sobrecomprado. Aguardar rompimento de 9,50.

   BRAP4 - Tendência primária e secundária de alta, terciária de baixa. Respeitou LTA com início em 27/06/05, formando um engolfo de alta sobre o suporte. Para o curto prazo, aguardar melhor momento de compra.

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
ARCZ6, BBDC4, BRKM5, CNFB4, CPLE3, CRTP5, CYRE3, ENBR3, GOLL4, ITAU4, PRGA4, RIPI4, SBSP3, SDIA4, SZPQ4, TCOC4, TLCP4, TNLP4, TRPL4, USIM5, VALE3, VALE5, VCPA4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
TNCP4, TNLP3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BBAS3, BOBR4, EMBR3, PMAM4, TBLE3, TLPP4, TSPP4


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