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quarta-feira, agosto 31

Análise para amanhã: dia 01.09.05

O índice ibovespa que rompeu claramente o fibonacci ladder dos 27.700 pts fechando acima dos 28.000 pts projeta agora os 28.175 pts no curto prazo o fibonacci retracement.

Com o aumento do volume, indício de compra pelo MACD, RSI em 63 e estocástico em 97 temos boas chances do índice manter sua projeção altista, salvo pelo estocástico bastante elevado.


Por esses motivos seguem abaixo alguns ativos propícios para amanhã:

Caemi - CMET4 está projetando 2,80 no curto prazo, fechou em 2,76 e deve manter sua trajetória altista.

Com volume baixo mas indício de compra pelo MACD e com os indicadores estocástico e RSI em ótima configuração, apresenta boa opção de compra para amanhã.


CSN - CSNA3 é outra boa opção para manhã:

A ação está um pouco defasada em relação aos outros ativos de mercado e projeta no curto prazo 48,00 sendo que fechou em 46,33.

Caso rompa amanhã a reta de resitência deve ter uma forte alta para recuperar os recentes avanços do ibovespa.

Com volume acima da média e indicadores estocástico e RSI bem posicionados é provavelmente uma das melhores opçoes de compra para o dia de amanhã.

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Análise para amanhã: dia 01.09.05

O índice ibovespa que rompeu claramente o fibonacci ladder dos 27.700 pts fechando acima dos 28.000 pts projeta agora os 28.175 pts no curto prazo o fibonacci retracement.

Com o aumento do volume, indício de compra pelo MACD, RSI em 63 e estocástico em 97 temos boas chances do índice manter sua projeção altista, salvo pelo estocástico bastante elevado.


Por esses motivos seguem abaixo alguns ativos propícios para amanhã:

Caemi - CMET4 está projetando 2,80 no curto prazo, fechou em 2,76 e deve manter sua trajetória altista.

Com volume baixo mas indício de compra pelo MACD e com os indicadores estocástico e RSI em ótima configuração, apresenta boa opção de compra para amanhã.


CSN - CSNA3 é outra boa opção para manhã:

A ação está um pouco defasada em relação aos outros ativos de mercado e projeta no curto prazo 48,00 sendo que fechou em 46,33.

Caso rompa amanhã a reta de resitência deve ter uma forte alta para recuperar os recentes avanços do ibovespa.

Com volume acima da média e indicadores estocástico e RSI bem posicionados é provavelmente uma das melhores opçoes de compra para o dia de amanhã.

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terça-feira, agosto 30

Índice futuro ensaia rompimento de resistência

Perto do tira-teima o índice futuro ensaia rompimento da resistência dos 28.000 pts

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Índice futuro ensaia rompimento de resistência

Perto do tira-teima o índice futuro ensaia rompimento da resistência dos 28.000 pts

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Usiminas rompeu resistência !

Usiminas rompeu a reta de baixa do RSI e a formação retângulo onde estava posicionada.

Com o aumento do volume e a abertura em GAP, rising window, indica uma boa opção de compra com projeção para os 49,50.

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Usiminas rompeu resistência !

Usiminas rompeu a reta de baixa do RSI e a formação retângulo onde estava posicionada.

Com o aumento do volume e a abertura em GAP, rising window, indica uma boa opção de compra com projeção para os 49,50.

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Não há o que temer: conheça melhor os conceitos do mercado de opções

Felipe Abi-Acl de Miranda, 30/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - O mercado de opções brasileiro vem ganhando cada vez mais importância ao longo dos últimos anos, com diversos investidores aumentando sua exposição em derivativos. No entanto, muitos ainda mantém certo receio em aplicar em opções, temendo perdas elevadas, ignorando o fato desta operação ser, muitas vezes, utilizada como um instrumento de hedge.

Para entender com clareza o funcionamento deste mercado, contudo, é necessária a definição de uma série de conceitos, para então compreendermos, por exemplo, por que, durante o mês de fevereiro, o Vencimento de Opções na Bovespa registrou o maior volume de 2005.

Conceitos básicos
Primeiramente, é evidente a necessidade da compreensão do próprio termo "opção". Ao adquiri-la, através do pagamento do chamado prêmio (preço) da opção, o investidor aufere um direito, porém não uma obrigação (como pode se extrair da própria etimologia), de comprar ou vender um determinado ativo, a um valor previamente estabelecido, chamado preço de exercício.

Para quem conhece o conceito de seguros, existe um paralelo, já que neste mercado você paga um prêmio para ter o direito a uma cobertura, caso necessário. Assim, ao pagar o prêmio do seguro você, no fundo, está comprando uma opção que pode ou não ser exercida.

Tipos de opção
Entendido o conceito acima, é fundamental saber quais os tipos de opção. A grosso modo, as opções se dividem em calls (opções de compra) e puts (opções de venda), sendo as primeiras a maioria no mercado brasileiro.

Imaginemos o comprador de uma call. Este investidor seria beneficiado por variações para cima no preço do ativo, exercendo a opção no caso do preço à vista do ativo objeto, no dia do vencimento, estar acima de seu preço de exercício, e não exercendo no caso inverso (nesta situação o jargão do mercado é de que a opção "virou pó").

Analogamente, o comprador de uma put estaria interessado em quedas no preço do ativo objeto. Seria vantajoso para este investidor exercer a opção no caso do preço à vista do ativo base estar abaixo do preço de exercício.

Exercendo uma call
Consideremos um exemplo ilustrativo para facilitar a compreensão: um investidor compra uma call a um preço de exercício de R$ 50,00, tendo pago o prêmio de R$ 2,00 pela opção. Imaginemos que, no dia do vencimento, o preço do ativo no mercado à vista seja R$ 60,00.

Neste caso, o investidor exerceria a opção, ou seja, compraria o ativo base a R$ 50,00, e poderia vendê-lo no mercado à vista a R$ 60,00, tendo auferido um lucro de R$ 10,00. Assumindo que ele pagara R$ 2,00 de prêmio, seu lucro final da operação teria sido de R$ 8,00.

Imagine agora que, na data do vencimento, o preço do ativo base no mercado à vista seja R$ 40,00. Nesta situação, não seria vantajoso ao investidor exercer a opção, ou seja, comprar o ativo por R$ 50,00, dado que seu preço no mercado à vista é inferior. Assim, este é o contexto típico em que uma opção teria virado pó e o investidor teria arcado com o prejuízo final de R$ 2,00, proveniente do pagamento do prêmio.

Instrumento de hedge
Observa-se a partir daí que, como a maior perda possível para o investidor que comprou uma opção é equivalente ao valor do prêmio, as opções oferecem a possibilidade de uma proteção em relação a variações adversas, limitando as perdas potenciais de seu comprador, permitindo ganhos ilimitados.

Note que no caso do preço do ativo base, no exemplo acima, estar abaixo dos R$ 50,00, o prejuízo máximo do investidor seria os R$ 2,00 pagos como prêmio, não importando se o preço do ativo objeto está em R$ 49,90 ou R$ 1,00, dado que em nenhuma das situações ele exerceria a opção.

Volume do vencimento de opções
Percorrido todo este caminho, podemos voltar à questão inicial: por que o Vencimento de Opções do mês de fevereiro foi o de maior volume deste ano?

Para responder a esta indagação devemos lembrar que as opções de compra representam ampla maioria no mercado brasileiro e que os investidores, compostos na maioria por pessoas físicas, tendem a exercê-las quando o preço do ativo base no mercado à vista está acima do preço de exercício.

Durante o segundo mês do ano, o Ibovespa acumulou ganhos de quase 16%, ilustrando o bom desempenho do mercado acionário brasileiro, ou seja, a performance contribuiu para que grande parte dos preços dos ativos no mercado à vista estivessem em alto patamar, impulsionando o volume de opções de compra exercidas na Bovespa e, por conseguinte, o volume total do vencimento.

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Não há o que temer: conheça melhor os conceitos do mercado de opções

Felipe Abi-Acl de Miranda, 30/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - O mercado de opções brasileiro vem ganhando cada vez mais importância ao longo dos últimos anos, com diversos investidores aumentando sua exposição em derivativos. No entanto, muitos ainda mantém certo receio em aplicar em opções, temendo perdas elevadas, ignorando o fato desta operação ser, muitas vezes, utilizada como um instrumento de hedge.

Para entender com clareza o funcionamento deste mercado, contudo, é necessária a definição de uma série de conceitos, para então compreendermos, por exemplo, por que, durante o mês de fevereiro, o Vencimento de Opções na Bovespa registrou o maior volume de 2005.

Conceitos básicos
Primeiramente, é evidente a necessidade da compreensão do próprio termo "opção". Ao adquiri-la, através do pagamento do chamado prêmio (preço) da opção, o investidor aufere um direito, porém não uma obrigação (como pode se extrair da própria etimologia), de comprar ou vender um determinado ativo, a um valor previamente estabelecido, chamado preço de exercício.

Para quem conhece o conceito de seguros, existe um paralelo, já que neste mercado você paga um prêmio para ter o direito a uma cobertura, caso necessário. Assim, ao pagar o prêmio do seguro você, no fundo, está comprando uma opção que pode ou não ser exercida.

Tipos de opção
Entendido o conceito acima, é fundamental saber quais os tipos de opção. A grosso modo, as opções se dividem em calls (opções de compra) e puts (opções de venda), sendo as primeiras a maioria no mercado brasileiro.

Imaginemos o comprador de uma call. Este investidor seria beneficiado por variações para cima no preço do ativo, exercendo a opção no caso do preço à vista do ativo objeto, no dia do vencimento, estar acima de seu preço de exercício, e não exercendo no caso inverso (nesta situação o jargão do mercado é de que a opção "virou pó").

Analogamente, o comprador de uma put estaria interessado em quedas no preço do ativo objeto. Seria vantajoso para este investidor exercer a opção no caso do preço à vista do ativo base estar abaixo do preço de exercício.

Exercendo uma call
Consideremos um exemplo ilustrativo para facilitar a compreensão: um investidor compra uma call a um preço de exercício de R$ 50,00, tendo pago o prêmio de R$ 2,00 pela opção. Imaginemos que, no dia do vencimento, o preço do ativo no mercado à vista seja R$ 60,00.

Neste caso, o investidor exerceria a opção, ou seja, compraria o ativo base a R$ 50,00, e poderia vendê-lo no mercado à vista a R$ 60,00, tendo auferido um lucro de R$ 10,00. Assumindo que ele pagara R$ 2,00 de prêmio, seu lucro final da operação teria sido de R$ 8,00.

Imagine agora que, na data do vencimento, o preço do ativo base no mercado à vista seja R$ 40,00. Nesta situação, não seria vantajoso ao investidor exercer a opção, ou seja, comprar o ativo por R$ 50,00, dado que seu preço no mercado à vista é inferior. Assim, este é o contexto típico em que uma opção teria virado pó e o investidor teria arcado com o prejuízo final de R$ 2,00, proveniente do pagamento do prêmio.

Instrumento de hedge
Observa-se a partir daí que, como a maior perda possível para o investidor que comprou uma opção é equivalente ao valor do prêmio, as opções oferecem a possibilidade de uma proteção em relação a variações adversas, limitando as perdas potenciais de seu comprador, permitindo ganhos ilimitados.

Note que no caso do preço do ativo base, no exemplo acima, estar abaixo dos R$ 50,00, o prejuízo máximo do investidor seria os R$ 2,00 pagos como prêmio, não importando se o preço do ativo objeto está em R$ 49,90 ou R$ 1,00, dado que em nenhuma das situações ele exerceria a opção.

Volume do vencimento de opções
Percorrido todo este caminho, podemos voltar à questão inicial: por que o Vencimento de Opções do mês de fevereiro foi o de maior volume deste ano?

Para responder a esta indagação devemos lembrar que as opções de compra representam ampla maioria no mercado brasileiro e que os investidores, compostos na maioria por pessoas físicas, tendem a exercê-las quando o preço do ativo base no mercado à vista está acima do preço de exercício.

Durante o segundo mês do ano, o Ibovespa acumulou ganhos de quase 16%, ilustrando o bom desempenho do mercado acionário brasileiro, ou seja, a performance contribuiu para que grande parte dos preços dos ativos no mercado à vista estivessem em alto patamar, impulsionando o volume de opções de compra exercidas na Bovespa e, por conseguinte, o volume total do vencimento.

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segunda-feira, agosto 29

USIM5 boa opção de compra a 47,00

Para amanhã segue a dica de Usiminas comprando a 47,00.

Já que o pregão deve iniciar com uma pequena realização de lucro em função da maioria dos ativos estar pressionada pela reta de resistência claramente observada no ibovespa logo abaixo, vale a estratégia de compra no repique.

Com volume em queda a USIM5 deve repicar próximo de 47,00.

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USIM5 boa opção de compra a 47,00

Para amanhã segue a dica de Usiminas comprando a 47,00.

Já que o pregão deve iniciar com uma pequena realização de lucro em função da maioria dos ativos estar pressionada pela reta de resistência claramente observada no ibovespa logo abaixo, vale a estratégia de compra no repique.

Com volume em queda a USIM5 deve repicar próximo de 47,00.

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Índice Futuro também em congestão

O índice futuro do ibovespa também segue congestionado.

No curto prazo deve cair um pouco até a reta suporte acredito eu e seguir assim se estreitando até o ponto de interseção das duas retas.

No final deve romper para cima pois até lá a queda da SELIC já deva ser um fato.

Agora é esperar atentamente para ver.

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Índice Futuro também em congestão

O índice futuro do ibovespa também segue congestionado.

No curto prazo deve cair um pouco até a reta suporte acredito eu e seguir assim se estreitando até o ponto de interseção das duas retas.

No final deve romper para cima pois até lá a queda da SELIC já deva ser um fato.

Agora é esperar atentamente para ver.

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Ibovespa pressionada !

O índice Ibovespa encostou na sua resistência de alta, com o RSI e o Estocástico também comprados.

E até possível que o índice rompa esta resistência amanhã mas acredito que recue em função do baixo volume expressado hoje e do otimismo do dia impulsionado pela bolsa americana.

Vale a pena ficar atento caso ocorra algum tipo de rush de alta, ainda que sugiro entrar no mercado somente se encostar na reta suporte.

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Ibovespa pressionada !

O índice Ibovespa encostou na sua resistência de alta, com o RSI e o Estocástico também comprados.

E até possível que o índice rompa esta resistência amanhã mas acredito que recue em função do baixo volume expressado hoje e do otimismo do dia impulsionado pela bolsa americana.

Vale a pena ficar atento caso ocorra algum tipo de rush de alta, ainda que sugiro entrar no mercado somente se encostar na reta suporte.

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Análise técnica: conheça o oscilador estocástico e como fazer a leitura de seus sinais

Camila Schoti, 29/08/05, InfoMoney

 

SÃO PAULO - A idéia que se tem do mercado acionário é que este é bastante arriscado e a possibilidade de perda neste tipo de investimento é grande, principalmente quando comparado a investimentos em renda fixa. Mas a informação e o conhecimento podem ajudar a reduzir o risco do mercado acionário.

Uma das ferramentas que podem ajudar o investidor a operar com mais consciência no mercado acionário é a análise técnica. Esta se baseia na análise visual e estatística dos movimentos do mercado, possibilitando a identificação de tendências e possíveis pontos de reversão, de forma a auxiliar na tomada de decisão.

Saiba mais sobre o oscilador estocástico
No contexto na análise técnica, diversos indicadores podem ser utilizados e combinados a fim de elevar a segurança na hora da tomada de decisão. Um destes indicadores é o Estocástico, um tipo de oscilador, criado em 1950, que revela em termos percentuais a relação da cotação atual de um ativo com seu maior ou menor preço em um determinado período de tempo.

O indicador estocástico é composto por duas linhas, a K, considerada mais rápida (ou mais sensível), e a linha D, considerada mais lenta e também mais observada pelos analistas. Estas linhas oscilam entre uma escala vertical que varia de 0 a 100, de forma que abaixo da escala 20 o ativo é considerado vendido e acima da escala 80 é considerado comprado.

Uma leitura do gráfico acima dos 80 indica que o preço de fechamento do ativo está próximo de seu maior pico num dado período de tempo, de maneira que uma leitura do gráfico abaixo dos 20 revela que o preço de fechamento está próximo do seu menor fechamento do período determinado.

Atente para as divergências
O principal sinal a ser observado no indicador estocástico fica com as divergências constatadas entre a linha de preços e a linha D, quando está se encontra nas regiões do gráfico onde o ativo pode ser considerado comprado ou vendido.

Desta forma, uma divergência de queda ocorre quando a linha D, na região comprada, forma dois fundos abaixo de 80 enquanto que os preços continuam a subir. Em sentido contrário, uma divergência de alta ocorre quando a linha D, na região vendida, forma dois picos acima de 20 enquanto os preços continuam a cair. Recomenda-se esperar dois fundos ou picos pois o primeiro dá o sinal e o segundo confirma este sinal.

Mas um ponto importante a ressaltar é que caso o quadro descrito se configure, o sinal de compra ou de venda mais confiável é dado quando a linha mais veloz K cruza a linha mais lenta D.

Período utilizado pode ser semanal ou mensal
No que se refere ao período de tempo utilizado no indicador, muitos analistas afirmam que este pode ser semanal ou mensal para perspectivas de longo prazo. Entretanto, o gráfico também pode ser utilizado em gráficos intraday para operações de curto prazo.

Uma maneira de se combinar o estocástico diário e semanal é utilizar sinais semanais para determinar a direção do mercado e sinais diários para determinar o timing da sua decisão.

Diversos analistas recomendam a utilização do indicador estocástico com o Índice de Força Relativa (IFR), que é semelhante mas menos volátil que o estocástico. No modo combinado, os melhores sinais de compra e venda ocorrem quando os dois osciladores estão na região comprada ou vendida do gráfico.

Minimizando o risco
Assim como os demais indicadores, os analistas recomendam a utilização do estocástico com outros indicadores, principalmente aqueles que são calculados com base em princípios diferentes, desta forma, uma tendência ou reversão de tendência pode ser identificada e confirmada por mais de um indicador, assegurando ainda mais a decisão do investidor.

Vale ressaltar também, que a escolha de ativos com bons fundamentos e perspectivas, bem como grande liquidez no mercado, reduzem os riscos inerentes ao mercado acionário.

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Análise técnica: conheça o oscilador estocástico e como fazer a leitura de seus sinais

Camila Schoti, 29/08/05, InfoMoney

 

SÃO PAULO - A idéia que se tem do mercado acionário é que este é bastante arriscado e a possibilidade de perda neste tipo de investimento é grande, principalmente quando comparado a investimentos em renda fixa. Mas a informação e o conhecimento podem ajudar a reduzir o risco do mercado acionário.

Uma das ferramentas que podem ajudar o investidor a operar com mais consciência no mercado acionário é a análise técnica. Esta se baseia na análise visual e estatística dos movimentos do mercado, possibilitando a identificação de tendências e possíveis pontos de reversão, de forma a auxiliar na tomada de decisão.

Saiba mais sobre o oscilador estocástico
No contexto na análise técnica, diversos indicadores podem ser utilizados e combinados a fim de elevar a segurança na hora da tomada de decisão. Um destes indicadores é o Estocástico, um tipo de oscilador, criado em 1950, que revela em termos percentuais a relação da cotação atual de um ativo com seu maior ou menor preço em um determinado período de tempo.

O indicador estocástico é composto por duas linhas, a K, considerada mais rápida (ou mais sensível), e a linha D, considerada mais lenta e também mais observada pelos analistas. Estas linhas oscilam entre uma escala vertical que varia de 0 a 100, de forma que abaixo da escala 20 o ativo é considerado vendido e acima da escala 80 é considerado comprado.

Uma leitura do gráfico acima dos 80 indica que o preço de fechamento do ativo está próximo de seu maior pico num dado período de tempo, de maneira que uma leitura do gráfico abaixo dos 20 revela que o preço de fechamento está próximo do seu menor fechamento do período determinado.

Atente para as divergências
O principal sinal a ser observado no indicador estocástico fica com as divergências constatadas entre a linha de preços e a linha D, quando está se encontra nas regiões do gráfico onde o ativo pode ser considerado comprado ou vendido.

Desta forma, uma divergência de queda ocorre quando a linha D, na região comprada, forma dois fundos abaixo de 80 enquanto que os preços continuam a subir. Em sentido contrário, uma divergência de alta ocorre quando a linha D, na região vendida, forma dois picos acima de 20 enquanto os preços continuam a cair. Recomenda-se esperar dois fundos ou picos pois o primeiro dá o sinal e o segundo confirma este sinal.

Mas um ponto importante a ressaltar é que caso o quadro descrito se configure, o sinal de compra ou de venda mais confiável é dado quando a linha mais veloz K cruza a linha mais lenta D.

Período utilizado pode ser semanal ou mensal
No que se refere ao período de tempo utilizado no indicador, muitos analistas afirmam que este pode ser semanal ou mensal para perspectivas de longo prazo. Entretanto, o gráfico também pode ser utilizado em gráficos intraday para operações de curto prazo.

Uma maneira de se combinar o estocástico diário e semanal é utilizar sinais semanais para determinar a direção do mercado e sinais diários para determinar o timing da sua decisão.

Diversos analistas recomendam a utilização do indicador estocástico com o Índice de Força Relativa (IFR), que é semelhante mas menos volátil que o estocástico. No modo combinado, os melhores sinais de compra e venda ocorrem quando os dois osciladores estão na região comprada ou vendida do gráfico.

Minimizando o risco
Assim como os demais indicadores, os analistas recomendam a utilização do estocástico com outros indicadores, principalmente aqueles que são calculados com base em princípios diferentes, desta forma, uma tendência ou reversão de tendência pode ser identificada e confirmada por mais de um indicador, assegurando ainda mais a decisão do investidor.

Vale ressaltar também, que a escolha de ativos com bons fundamentos e perspectivas, bem como grande liquidez no mercado, reduzem os riscos inerentes ao mercado acionário.

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domingo, agosto 28

Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

por: Carina Helena Gaspar

04/02/2005 13h12



Consultor InfoMoney - Nas operações em ações o imposto é pago na hora da venda, e não é feito automaticamente ao final de cada mês como ocorre nas aplicações em renda fixa. O imposto é cobrado sobre os rendimentos obtidos, que são calculados com base na diferença entre o preço de venda das ações e seu preço médio.



A Receita Federal é bastante clara ao estipular as regras de cálculo do preço médio a ser usado como custo de aquisição de uma determinada ação. O preço médio será calculado pela média ponderada dos custos unitários, por espécie de ação, de acordo com os seguintes procedimentos:

Some os valores referentes às compras do ativo realizadas até a data da operação de venda do mesmo ativo;





No momento da venda, divida o valor encontrado acima pela quantidade do ativo em seu poder, obtendo o valor de cada ação, que multiplicado pela quantidade de ações representará o custo médio de aquisição;





Nos casos em que o investidor vende apenas parte das ações que possui (venda parcial), o valor do estoque remanescente será ajustado, subtraindo-se do valor encontrado no item 1 o custo médio do ativo vendido.





Finalmente, o ganho líquido na operação de venda das ações será obtido pela diferença positiva entre o valor da operação de venda e o do custo médio do ativo vendido. Sobre este ganho líquido o investidor terá que pagar 15% a título de imposto de renda. Vale lembrar que as despesas com corretagens, taxas ou outros custos necessários à realização da compra/venda das ações devem ser somados ao custo de aquisição das ações no cálculo acima.



Além disto, existem operações em bolsa que são completamente isentas. Este é caso, por exemplo, dos ganhos obtidos em vendas de ações com valor de até R$ 4.143,5 durante o mês. Esse teto era válido para operações efetuadas até 31/12/2004. A partir de 2005, a isenção passou a ser concedida para ganhos de vendas com valor de até R$ 20 mil.

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Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

por: Carina Helena Gaspar

04/02/2005 13h12



Consultor InfoMoney - Nas operações em ações o imposto é pago na hora da venda, e não é feito automaticamente ao final de cada mês como ocorre nas aplicações em renda fixa. O imposto é cobrado sobre os rendimentos obtidos, que são calculados com base na diferença entre o preço de venda das ações e seu preço médio.



A Receita Federal é bastante clara ao estipular as regras de cálculo do preço médio a ser usado como custo de aquisição de uma determinada ação. O preço médio será calculado pela média ponderada dos custos unitários, por espécie de ação, de acordo com os seguintes procedimentos:

Some os valores referentes às compras do ativo realizadas até a data da operação de venda do mesmo ativo;





No momento da venda, divida o valor encontrado acima pela quantidade do ativo em seu poder, obtendo o valor de cada ação, que multiplicado pela quantidade de ações representará o custo médio de aquisição;





Nos casos em que o investidor vende apenas parte das ações que possui (venda parcial), o valor do estoque remanescente será ajustado, subtraindo-se do valor encontrado no item 1 o custo médio do ativo vendido.





Finalmente, o ganho líquido na operação de venda das ações será obtido pela diferença positiva entre o valor da operação de venda e o do custo médio do ativo vendido. Sobre este ganho líquido o investidor terá que pagar 15% a título de imposto de renda. Vale lembrar que as despesas com corretagens, taxas ou outros custos necessários à realização da compra/venda das ações devem ser somados ao custo de aquisição das ações no cálculo acima.



Além disto, existem operações em bolsa que são completamente isentas. Este é caso, por exemplo, dos ganhos obtidos em vendas de ações com valor de até R$ 4.143,5 durante o mês. Esse teto era válido para operações efetuadas até 31/12/2004. A partir de 2005, a isenção passou a ser concedida para ganhos de vendas com valor de até R$ 20 mil.

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Ibovespa pouco animador

O índice Ibovespa segue com uma possível confirmação da trajetória baixista de curto prazo.

Indicado principalmente pelo RSI e Volume em baixa.

O melhor a fazer é ficar fora no curto prazo.

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Ibovespa pouco animador

O índice Ibovespa segue com uma possível confirmação da trajetória baixista de curto prazo.

Indicado principalmente pelo RSI e Volume em baixa.

O melhor a fazer é ficar fora no curto prazo.

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USIM5 com boa configuração para 2ª feira

Usiminas com a notícia de participação no Grupo Techint deve agradar os investidores.

Segunda-feira promete um pouco de turbulência pois o índice bovespa está pressionado entre os 27.400 pts e 26.600 pts e os depoimentos de Buratti a respeito de Palocci não agradam.

Uma boa compra para USIM5 seria 46,60 com a provável abertura em baixa do índice.

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USIM5 com boa configuração para 2ª feira

Usiminas com a notícia de participação no Grupo Techint deve agradar os investidores.

Segunda-feira promete um pouco de turbulência pois o índice bovespa está pressionado entre os 27.400 pts e 26.600 pts e os depoimentos de Buratti a respeito de Palocci não agradam.

Uma boa compra para USIM5 seria 46,60 com a provável abertura em baixa do índice.

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sábado, agosto 27

Usiminas: dividendos e participação na Ternium apoiam sugestão de compra

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 14h00

InfoMoney

SÃO PAULO - A Fator Corretora considerou positivas as decisões do Conselho de Administração da Usiminas, que se reuniu na última quarta-feira para votar a proposta de distribuição de dividendos da empresa e os aspectos relacionados à sua participação na Ternium, nova empresa que será uma das maiores fabricantes de aço da América Latina.

O Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos no total de R$ 565 milhões, sobre um lucro líquido de R$ 1,812 bilhão, o que representa um pay-out de cerca de 31%. O pagamento será iniciado em 20 de setembro, aos titulares com posição em 31 de agosto deste ano.

A decisão segue em linha com as estimativas da corretora, que projeta dividend yield de 11% para a siderúrgica em 2005.

Participação na Ternium
Sobre o posicionamento na Ternium, que controlará a Siderar (Argentina), a Sidor (Venezuela) e a Hysalmex (México), a empresa deve divulgar mais detalhes posteriormente, porém a Fator acredita que a participação, aprovada na reunião, será positiva, pois poderá melhorar a precificação destes ativos dada sua listagem na bolsa de Nova York.

O Conselho também aprovou a criação de uma subsidiária integral no exterior, a Usiminas Europa, para abrigar a participação da empresa na Ternium.

Recomendação é de compra
No curto prazo, as últimas notícias negativas para o setor, como o aumento das estimativas de produção na China e a redução dos preços da Baosteel, devem pressionar os papéis, mas a recomendação da corretora é de compra.

O preço alvo atribuído às ações preferenciais classe A da Usiminas (USIM5) é de R$ 58,90, o que implica um potencial de valorização de 26%.

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Usiminas: dividendos e participação na Ternium apoiam sugestão de compra

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 14h00

InfoMoney

SÃO PAULO - A Fator Corretora considerou positivas as decisões do Conselho de Administração da Usiminas, que se reuniu na última quarta-feira para votar a proposta de distribuição de dividendos da empresa e os aspectos relacionados à sua participação na Ternium, nova empresa que será uma das maiores fabricantes de aço da América Latina.

O Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos no total de R$ 565 milhões, sobre um lucro líquido de R$ 1,812 bilhão, o que representa um pay-out de cerca de 31%. O pagamento será iniciado em 20 de setembro, aos titulares com posição em 31 de agosto deste ano.

A decisão segue em linha com as estimativas da corretora, que projeta dividend yield de 11% para a siderúrgica em 2005.

Participação na Ternium
Sobre o posicionamento na Ternium, que controlará a Siderar (Argentina), a Sidor (Venezuela) e a Hysalmex (México), a empresa deve divulgar mais detalhes posteriormente, porém a Fator acredita que a participação, aprovada na reunião, será positiva, pois poderá melhorar a precificação destes ativos dada sua listagem na bolsa de Nova York.

O Conselho também aprovou a criação de uma subsidiária integral no exterior, a Usiminas Europa, para abrigar a participação da empresa na Ternium.

Recomendação é de compra
No curto prazo, as últimas notícias negativas para o setor, como o aumento das estimativas de produção na China e a redução dos preços da Baosteel, devem pressionar os papéis, mas a recomendação da corretora é de compra.

O preço alvo atribuído às ações preferenciais classe A da Usiminas (USIM5) é de R$ 58,90, o que implica um potencial de valorização de 26%.

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Petrobras: Merrill Lynch e BES apontam destaques do Plano Estratégico

Por: Rodolfo Amstalden

25/08/05 - 10h15

InfoMoney

SÃO PAULO - A atualização do Plano Estratégico da Petrobras, com investimentos, custos e metas de produção para o intervalo entre 2006 e 2010, foi apresentada ao mercado na manhã da última terça-feira. Atentos à informação, os bancos Merrill Lynch e Espírito Santo (BES) comentaram os pontos principais.

O primeiro posto fica com a percepção de aumento da flexibilidade operacional da Petrobras. Com produção maior e desenvolvimento das refinarias, a companhia ganha espaço para decidir, por exemplo, entre exportações do óleo cru ou de seus derivados, de acordo com os respectivos preços internacionais.

Quanto a esse trade-off, os analistas da Merrill Lynch garantem: até o final do período contemplado pelo Plano, 91% do petróleo bruto processado pelas refinarias da estatal terá como fonte as reservas brasileiras.

Não há consenso quanto aos custos
Ambos os bancos identificaram possíveis desvios nos custos de produção anunciados pela maior empresa nacional. O valores de US$ 4,48 e US$ 2,02 por barril, respectivamente extração e refino, entre 2006 e 2010 pressupõem que a tendência atual seja mantida. Para o BES, essa é uma hipótese superestimada. Já para o banco norte-americano, há subestimação.

A equipe do Banco Espírito Santo crê que a Petrobras assume uma postura conservadora ao definir custos médios de produção. Sem fatos surpreendentes, seus números podem ser menores nos cinco anos contemplados pelo Plano Estratégico. Mesmo se não forem, ressaltam os analistas, o custo de refino será compensado por boas margens, decorrentes do processamento de petróleo cru.

Já a Merrill Lynch critica o fato de que a estimativa de US$ 4,48 para o barril extraído não leva em conta eventuais elevações. Os analistas alertam que a cotação do pétróleo pode ficar acima das premissas da estatal, aumentando os custos de extração. Além disso, esses custos podem mostrar-se mais resistentes à depreciação no caso do preço do petróleo diminuir.

Conheça os novos investimentos previstos
No antigo Plano Estratégico, o capital destinado a investimentos limitava-se à quantia de US$ 34,5 bilhões. Nesta atualização, o valor subiu US$ 21,9 bilhões, para US$ 56,4 bilhões. Esse acréscimo pode ser explicado tanto por novos projetos quanto pela reavaliação de projetos já considerados.

Confira como foi alocada boa parte dos US$ 21,9 bilhões:

US$ 10 bilhões

·  Gasodutos no nordeste e sudeste

·  Gasene

·  Plataforma Golfinho II

·  Plataforma P-53 (prevista para 2008)

·  Serviços ligados à cadeia de produção

US$ 7,8 bilhões

·  Exploração de gás na Bacia de Santos

·  Conversão de termelétricas a sistemas de duplo combustível

·  Projetos de exploração e produção na Tanzânia

US$ 3,9 bilhões

·  Plataforma P-55 no Campo de Roncador

·  Complexo de refino e petroquímica no Rio de Janeiro

·  Aquisição da termelétrica Macaé Merchant

Produção internacional e para além de 2010
A Petrobras manifestou ligeira redução nas expectativas de produção internacional, que passaram de 479 mil barris por dia para 339 mil barris por dia em 2010. A revisão pode ser explicada pelo atraso na obtenção do licenciamento que permitirá explorar o campo de Akpo, na Nigéria. Contam também as premissas mais conservadoras em relação aos resultados esperados para a América Latina.

Quanto à próxima década, a companhia não forneceu dados precisos, mas garantiu taxas de crescimento relevantes. O argumento se baseia em 60% das reservas provadas e ainda intocadas. Com elas, será possível manter a razão entre produto e reservas em patamares seguros.

 


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Petrobras: Merrill Lynch e BES apontam destaques do Plano Estratégico

Por: Rodolfo Amstalden

25/08/05 - 10h15

InfoMoney

SÃO PAULO - A atualização do Plano Estratégico da Petrobras, com investimentos, custos e metas de produção para o intervalo entre 2006 e 2010, foi apresentada ao mercado na manhã da última terça-feira. Atentos à informação, os bancos Merrill Lynch e Espírito Santo (BES) comentaram os pontos principais.

O primeiro posto fica com a percepção de aumento da flexibilidade operacional da Petrobras. Com produção maior e desenvolvimento das refinarias, a companhia ganha espaço para decidir, por exemplo, entre exportações do óleo cru ou de seus derivados, de acordo com os respectivos preços internacionais.

Quanto a esse trade-off, os analistas da Merrill Lynch garantem: até o final do período contemplado pelo Plano, 91% do petróleo bruto processado pelas refinarias da estatal terá como fonte as reservas brasileiras.

Não há consenso quanto aos custos
Ambos os bancos identificaram possíveis desvios nos custos de produção anunciados pela maior empresa nacional. O valores de US$ 4,48 e US$ 2,02 por barril, respectivamente extração e refino, entre 2006 e 2010 pressupõem que a tendência atual seja mantida. Para o BES, essa é uma hipótese superestimada. Já para o banco norte-americano, há subestimação.

A equipe do Banco Espírito Santo crê que a Petrobras assume uma postura conservadora ao definir custos médios de produção. Sem fatos surpreendentes, seus números podem ser menores nos cinco anos contemplados pelo Plano Estratégico. Mesmo se não forem, ressaltam os analistas, o custo de refino será compensado por boas margens, decorrentes do processamento de petróleo cru.

Já a Merrill Lynch critica o fato de que a estimativa de US$ 4,48 para o barril extraído não leva em conta eventuais elevações. Os analistas alertam que a cotação do pétróleo pode ficar acima das premissas da estatal, aumentando os custos de extração. Além disso, esses custos podem mostrar-se mais resistentes à depreciação no caso do preço do petróleo diminuir.

Conheça os novos investimentos previstos
No antigo Plano Estratégico, o capital destinado a investimentos limitava-se à quantia de US$ 34,5 bilhões. Nesta atualização, o valor subiu US$ 21,9 bilhões, para US$ 56,4 bilhões. Esse acréscimo pode ser explicado tanto por novos projetos quanto pela reavaliação de projetos já considerados.

Confira como foi alocada boa parte dos US$ 21,9 bilhões:

US$ 10 bilhões

·  Gasodutos no nordeste e sudeste

·  Gasene

·  Plataforma Golfinho II

·  Plataforma P-53 (prevista para 2008)

·  Serviços ligados à cadeia de produção

US$ 7,8 bilhões

·  Exploração de gás na Bacia de Santos

·  Conversão de termelétricas a sistemas de duplo combustível

·  Projetos de exploração e produção na Tanzânia

US$ 3,9 bilhões

·  Plataforma P-55 no Campo de Roncador

·  Complexo de refino e petroquímica no Rio de Janeiro

·  Aquisição da termelétrica Macaé Merchant

Produção internacional e para além de 2010
A Petrobras manifestou ligeira redução nas expectativas de produção internacional, que passaram de 479 mil barris por dia para 339 mil barris por dia em 2010. A revisão pode ser explicada pelo atraso na obtenção do licenciamento que permitirá explorar o campo de Akpo, na Nigéria. Contam também as premissas mais conservadoras em relação aos resultados esperados para a América Latina.

Quanto à próxima década, a companhia não forneceu dados precisos, mas garantiu taxas de crescimento relevantes. O argumento se baseia em 60% das reservas provadas e ainda intocadas. Com elas, será possível manter a razão entre produto e reservas em patamares seguros.

 


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Dados da produção de aço em julho evidenciam postura cautelosa das siderúrgicas

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 10h00

InfoMoney

SÃO PAULO - Os dados do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia) referentes à produção de aço brasileira em julho evidenciaram a postura cautelosa das siderúrgicas, segundo a Ágora Senior, em função dos elevados estoques e dos preços inferiores no mercado externo.

A produção de aço bruto ficou quase estável na comparação com o mês anterior, passando de 2,491 milhões de toneladas para 2,481 milhões de toneladas. As vendas no mercado interno, no entanto, recuaram quase 3%, enquanto os volumes exportados caíram mais de 30%, ambos em relação ao mês de junho.

Na comparação anual, a produção de aço bruto recuou 12,5%, enquanto as vendas ao mercado interno foram 21% menores. Por outro lado, as exportações cresceram 27%, com destaque para as vendas de aços planos, que avançaram 102,6%.

Acesita e CST têm maiores perdas
Entre as empresas, a Acesita foi a que mostrou a maior queda na comparação com julho, quase 15%, refletindo a recente medida adotada pela empresa de cortar em 30 mil toneladas sua meta de produção para 2005.

Comparado ao mesmo mês do ano passado, no entanto, a CST é quem acumula a maior redução da produção, com queda de mais de 32%. Segundo a Ágora, os menores volumes decorrem da instabilidade operacional do alto forno nº1.

Compra: CSN, Usiminas e Gerdau
No curto prazo, a Ágora não projeta incremento significativo da demanda no mercado interno, associando este cenário ao início do movimento de queda da taxa básica de juros brasileira. No mercado externo, a redução dos estoques nos Estados Unidos pode indicar a recuperação da demanda mundial.

Nesse sentido, a corretora mantém a recomendação de compra para as ações preferenciais da Gerdau, as ordinárias da CSN e as preferenciais classe A da Usiminas no setor siderúrgico, estando as primeiras entre suas top picks.

 


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Dados da produção de aço em julho evidenciam postura cautelosa das siderúrgicas

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 10h00

InfoMoney

SÃO PAULO - Os dados do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia) referentes à produção de aço brasileira em julho evidenciaram a postura cautelosa das siderúrgicas, segundo a Ágora Senior, em função dos elevados estoques e dos preços inferiores no mercado externo.

A produção de aço bruto ficou quase estável na comparação com o mês anterior, passando de 2,491 milhões de toneladas para 2,481 milhões de toneladas. As vendas no mercado interno, no entanto, recuaram quase 3%, enquanto os volumes exportados caíram mais de 30%, ambos em relação ao mês de junho.

Na comparação anual, a produção de aço bruto recuou 12,5%, enquanto as vendas ao mercado interno foram 21% menores. Por outro lado, as exportações cresceram 27%, com destaque para as vendas de aços planos, que avançaram 102,6%.

Acesita e CST têm maiores perdas
Entre as empresas, a Acesita foi a que mostrou a maior queda na comparação com julho, quase 15%, refletindo a recente medida adotada pela empresa de cortar em 30 mil toneladas sua meta de produção para 2005.

Comparado ao mesmo mês do ano passado, no entanto, a CST é quem acumula a maior redução da produção, com queda de mais de 32%. Segundo a Ágora, os menores volumes decorrem da instabilidade operacional do alto forno nº1.

Compra: CSN, Usiminas e Gerdau
No curto prazo, a Ágora não projeta incremento significativo da demanda no mercado interno, associando este cenário ao início do movimento de queda da taxa básica de juros brasileira. No mercado externo, a redução dos estoques nos Estados Unidos pode indicar a recuperação da demanda mundial.

Nesse sentido, a corretora mantém a recomendação de compra para as ações preferenciais da Gerdau, as ordinárias da CSN e as preferenciais classe A da Usiminas no setor siderúrgico, estando as primeiras entre suas top picks.

 


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quinta-feira, agosto 25

VALE5 com grandes chances de forte alta amanhã

A VALE5 se configurou nesta formação de congestão e tem grandes chances de romper sua resistência amanhã.

Ou assim que o volume se confirmar mais intenso.

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VALE5 com grandes chances de forte alta amanhã

A VALE5 se configurou nesta formação de congestão e tem grandes chances de romper sua resistência amanhã.

Ou assim que o volume se confirmar mais intenso.

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Ibovespa volta ao patamar dos 27.400 pts

Ibovespa volta ao patamar dos 24.700 pts e tem chances de romper este topo para buscar o nível superior da escada de Fibonacci nos 27.700 pts, ainda amanhã e quem sabe voltar para o seu canal de alta.

De qualquer maneira os últimos pregões se situaram entre os dois patamares do fibonacci 27.300 e 26.600 o que pode sugerir uma pequena estagnação nestes patamares antes de novas projeções altistas.

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Ibovespa volta ao patamar dos 27.400 pts

Ibovespa volta ao patamar dos 24.700 pts e tem chances de romper este topo para buscar o nível superior da escada de Fibonacci nos 27.700 pts, ainda amanhã e quem sabe voltar para o seu canal de alta.

De qualquer maneira os últimos pregões se situaram entre os dois patamares do fibonacci 27.300 e 26.600 o que pode sugerir uma pequena estagnação nestes patamares antes de novas projeções altistas.

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CVRD: plano de reinvestimento automático de dividendos

O Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) aprovou a implementação de um plano de reinvestimento automático de dividendos para seus acionistas pessoas físicas. O programa permite que os investidores possam aplicar automaticamente recursos provenientes do recebimento de remuneração na compra de ações da Companhia. Pelo plano, as pessoas físicas poderão optar pelo uso de um instrumento que facilitará a formação e alocação de poupança, viabilizando a aquisição de pequenos volumes de ações com menores custos de transação. A CVRD pretende tornar o instrumento disponível para todos os seus acionistas, a partir do pagamento da segunda parcela da remuneração mínima para 2005, que está prevista para o próximo dia 31 de outubro. A CVRD divulgará oportunamente informações detalhadas sobre a operação do plano e como os acionistas deverão proceder para se beneficiarem do emprego desse instrumento.

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CVRD: plano de reinvestimento automático de dividendos

O Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) aprovou a implementação de um plano de reinvestimento automático de dividendos para seus acionistas pessoas físicas. O programa permite que os investidores possam aplicar automaticamente recursos provenientes do recebimento de remuneração na compra de ações da Companhia. Pelo plano, as pessoas físicas poderão optar pelo uso de um instrumento que facilitará a formação e alocação de poupança, viabilizando a aquisição de pequenos volumes de ações com menores custos de transação. A CVRD pretende tornar o instrumento disponível para todos os seus acionistas, a partir do pagamento da segunda parcela da remuneração mínima para 2005, que está prevista para o próximo dia 31 de outubro. A CVRD divulgará oportunamente informações detalhadas sobre a operação do plano e como os acionistas deverão proceder para se beneficiarem do emprego desse instrumento.

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Análise para o dia 26/08/2005

O forte avanço verificado neste último pregão do Ibovespa provocou o rompimento do lado superior da zona de congestão em forma de Diamante, indicando maiores possibilidades de retorno do Ibovespa para a tendência de alta e consecução do objetivo imediato, situado em 28.200 pontos.

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Análise para o dia 26/08/2005

O forte avanço verificado neste último pregão do Ibovespa provocou o rompimento do lado superior da zona de congestão em forma de Diamante, indicando maiores possibilidades de retorno do Ibovespa para a tendência de alta e consecução do objetivo imediato, situado em 28.200 pontos.

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Economia do governo atinge 96,7% do previsto para 2005

Fonte: Reuters

O governo central registrou superávit primário de R$ 5,081 bilhões em julho, frente ao saldo positivo de R$ 6,139 bilhões em junho, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira.
No ano, o governo central acumula superávit de R$ 44,949 bilhões, ante R$ 37,522 bilhões no mesmo período de 2004. O valor representa 96,7% da meta de superávit programada para 2005.


O déficit da Previdência no mês passado foi de R$ 3,087 bilhões, ante superávit do Tesouro de R$ 8,182 bilhões e saldo negativo de R$ 13,8 milhões do Banco Central.
O resultado primário acumulado no ano corresponde a 4,10% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 3,82% do PIB no mesmo período do ano passado.

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Economia do governo atinge 96,7% do previsto para 2005

Fonte: Reuters

O governo central registrou superávit primário de R$ 5,081 bilhões em julho, frente ao saldo positivo de R$ 6,139 bilhões em junho, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira.
No ano, o governo central acumula superávit de R$ 44,949 bilhões, ante R$ 37,522 bilhões no mesmo período de 2004. O valor representa 96,7% da meta de superávit programada para 2005.


O déficit da Previdência no mês passado foi de R$ 3,087 bilhões, ante superávit do Tesouro de R$ 8,182 bilhões e saldo negativo de R$ 13,8 milhões do Banco Central.
O resultado primário acumulado no ano corresponde a 4,10% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 3,82% do PIB no mesmo período do ano passado.

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BC teme petróleo, mas indica que queda dos juros está próxima

Fonte: INVERTIA
Com Reuters


Apesar do temor com o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional o Comitê de Política Monetária (Copom) começa a dar sinais de que a taxa básica de juros da economia brasileira pode cair já na reunião de setembro.
Hoje, o comitê do Banco Central divulgou a ata da última reunião, realizada na última semana. O órgão retirou do texto do documento a frase de que os juros deveriam continuar altos por um período suficientemente longo de tempo.
O aumento dos preços do petróleo é o principal risco para a trajetória futura de inflação, mesmo que não haja reajuste dos preços domésticos de gasolina, avaliou o BC na ata.
No documento, o Copom avalia que uma postura "mais ativa" dos juros poderá fazer com que os índices de inflação convirjam para a meta no curto prazo e que as expectativas para o longo prazo sejam afetadas de forma mais duradoura.
O BC ressaltou as melhores perspectivas para a inflação e disse que apesar de seguir acima da meta de 5,1%, sua projeção para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano caiu em relação a julho.
"Continua se configurando, de maneira cada vez mais definida, um cenário benigno para a evolução da inflação", disse o Banco Central.
"As decisões de política monetária dos últimos meses, além de conter as pressões inflacionárias de curto prazo, estão contribuindo de forma importante para a consolidação de um ambiente macroeconômico cada vez mais favorável em horizontes mais longos."
O Copom avaliou ainda que a atividade econômica continuará em expansão, mas em ritmo condizente com as condições de oferta e de modo a não resultar em pressões significativas para a inflação.
O BC afirmou que a economia mantém um ambiente de elevada utilização da capacidade instalada e que a trajetória da inflação dependerá da ampliação da oferta de bens e serviços, mas reconhece que já ocorre uma recuperação dos investimentos.
O documento ressaltou também que a demanda externa continua contribuindo para o crescimento econômico "de forma mais importante do que se imaginava no início deste ano".
Sobre a mudança cambial na China, em julho, o BC disse que o movimento ocorreu sem maiores efeitos sobre a dinâmica dos principais ativos financeiros.
Na ata, o Copom prevê também alta de 7% em 2005 no conjunto dos preços administrados por contrato. A previsão é igual à de julho. Os itens administrados tiveram peso total de 29,6% no IPCA do mês passado.

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BC teme petróleo, mas indica que queda dos juros está próxima

Fonte: INVERTIA
Com Reuters


Apesar do temor com o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional o Comitê de Política Monetária (Copom) começa a dar sinais de que a taxa básica de juros da economia brasileira pode cair já na reunião de setembro.
Hoje, o comitê do Banco Central divulgou a ata da última reunião, realizada na última semana. O órgão retirou do texto do documento a frase de que os juros deveriam continuar altos por um período suficientemente longo de tempo.
O aumento dos preços do petróleo é o principal risco para a trajetória futura de inflação, mesmo que não haja reajuste dos preços domésticos de gasolina, avaliou o BC na ata.
No documento, o Copom avalia que uma postura "mais ativa" dos juros poderá fazer com que os índices de inflação convirjam para a meta no curto prazo e que as expectativas para o longo prazo sejam afetadas de forma mais duradoura.
O BC ressaltou as melhores perspectivas para a inflação e disse que apesar de seguir acima da meta de 5,1%, sua projeção para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano caiu em relação a julho.
"Continua se configurando, de maneira cada vez mais definida, um cenário benigno para a evolução da inflação", disse o Banco Central.
"As decisões de política monetária dos últimos meses, além de conter as pressões inflacionárias de curto prazo, estão contribuindo de forma importante para a consolidação de um ambiente macroeconômico cada vez mais favorável em horizontes mais longos."
O Copom avaliou ainda que a atividade econômica continuará em expansão, mas em ritmo condizente com as condições de oferta e de modo a não resultar em pressões significativas para a inflação.
O BC afirmou que a economia mantém um ambiente de elevada utilização da capacidade instalada e que a trajetória da inflação dependerá da ampliação da oferta de bens e serviços, mas reconhece que já ocorre uma recuperação dos investimentos.
O documento ressaltou também que a demanda externa continua contribuindo para o crescimento econômico "de forma mais importante do que se imaginava no início deste ano".
Sobre a mudança cambial na China, em julho, o BC disse que o movimento ocorreu sem maiores efeitos sobre a dinâmica dos principais ativos financeiros.
Na ata, o Copom prevê também alta de 7% em 2005 no conjunto dos preços administrados por contrato. A previsão é igual à de julho. Os itens administrados tiveram peso total de 29,6% no IPCA do mês passado.

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quarta-feira, agosto 24

Pivot Strategies: A Handy Tool

For many years, traders and market makers have used pivot points to determine critical support and/or resistance levels. Pivots are also very popular in the forex market and can be an extremely useful tool for range-bound traders to identify points of entry and for trend traders and breakout traders to spot the key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. In this article, we'll explain how pivot points are calculated, how they can be applied to the FX market, and how they can be combined with other indicators to develop other trading strategies.

Calculating Pivot Points
By definition, a pivot point is a point of rotation. The prices used to calculate the pivot point are the previous period's high, low and closing prices for a security. These prices are usually taken from a stock's daily charts, but the pivot point can also be calculated using information from hourly charts. Most traders prefer to take the pivots, as well as the support and resistance levels, off of the daily charts and then apply those to the intraday charts (for example, hourly, every 30 minutes or every 15 minutes). If a pivot point is calculated using price information from a shorter time frame, this tends to reduce its accuracy and significance.

The textbook calculation for a pivot point is as follows: 
                                            
                                            Central Pivot Point (P) = (High + Low + Close) / 3

Support and resistance levels are then calculated off of this pivot point using the following formulas:

First level support and resistance:

                                            First Resistance (R1) = (2*P) - Low

                                            First Support (S1) = (2*P) - High

Likewise, the second level of support and resistance is calculated as follows:

                                            Second Resistance (R2) = P + (R1-S1)

                                            Second Support (S2) = P - (R1- S1)

Calculating two support and resistance levels is common practice, but it's not unusual to derive a third support and resistance level as well. (However, third-level support and resistances are a bit too esoteric to be useful for the purposes of trading strategies.) It's also possible to delve deeper into pivot point analysis - for example, some traders go beyond the traditional support and resistance levels and also track the mid-point between each of those levels.

Applying Pivot Points to the FX Market
Generally speaking, the pivot point is seen as the primary support or resistance level. The following chart is a 30-minute chart of the currency pair GBP/USD with pivot levels calculated using the daily high, low and close prices.

The green line is the pivot point (P).

The red lines are resistance levels (R).

The blue lines are support levels (S).

The yellow lines are mid-points (M).

Figure 1 shows how the pivot line served as support for the GBP/USD for most of the European trading hours. Once U.S. traders joined the market, however, prices began to break higher, with each of the breaks first testing and resisting either the mid-point or the R1 and R2 levels; then the break occurred off of those levels (see areas circled). This chart also shows something that occurs frequently in the FX market, which is that the initial break occurs at a market open. There are three market opens in the FX market: the U.S. open, which occurs at approximately 8am EDT, the European open, which occurs at 2am EDT, and the Asian open which occurs at 7pm EDT.
 


Figure 1 - This chart shows a common day in the FX market. The price of a major currency pair (GBP/USD) tends to fluctuate between the support and resistance levels identified by the pivot point calculation. The areas circled in the chart are good illustrations of the importance of a break above these levels.


What we also see when trading pivots in the FX market is that the trading range for the session usually occurs between the pivot point and the first support and resistance levels because a multitude of traders play this range. Take a look at Figure 2, a chart of the currency pair USD/JPY. As you can see in the areas circled, prices initially stayed within the pivot point and the first resistance level with the pivot acting as support. Once the pivot was broken, prices moved lower and stayed predominately within the pivot and the first support zone. 

 
Figure 2 - This chart shows an example of the strength of the support and resistance calculated using the pivot calculations.


The Significance of Market Opens
One of the key points to understand when trading pivot points in the FX market is that breaks tend to occur around one of the market opens. The reason for this is the immediate influx of traders entering the market at the same time. These traders go into the office, take a look at how prices traded overnight and what data was released and then adjust their portfolios accordingly. During the quieter time periods, such as between the U.S. close (4pm EDT) and the Asian open (7pm EDT) (and sometimes even throughout the Asian session, which is the quietest trading session), prices may remain confined for hours between the pivot level and either the support or resistance level. This provides the perfect environment for range-bound traders.

Two Strategies Using Pivot Points
Many strategies can be developed using the pivot level as a base, but the accuracy of using pivot lines increases when Japanese candlestick formations can also be identified. For example, if prices traded below the central pivot (P) for most of the session and then made a foray above the pivot while simultaneously creating a reversal formation (such as a shooting stardoji or hanging man), you could sell short in anticipation of the price resuming trading back below the pivot point.

A perfect example of this is shown in Figure 3, a 30-minute USD/CHF chart. USD/CHF had remained range-bound between the first support zone and the pivot level for most of the Asian trading session. When Europe joined the market, traders began taking USD/CHF higher to break above the central pivot. Bulls lost control as the second candle became a doji formation. Prices then began to reverse back below the central pivot to spend the next six hours between the central pivot and the first support zone. Traders watching for this formation could have sold USD/CHF in the candle right after the doji formation to take advantage of at least 80 pips worth of profit between the pivot point and the first level of support. 


Figure 3 - This chart shows a pivot point being used in cooperation with a candlestick pattern to predict a trend reversal. Notice how the descent was stopped by the second support level.


Another strategy traders can use is to look for prices to obey the pivot level, therefore validating the level as a solid support or resistance zone. In this type of strategy, you're looking to see the price break the pivot level, reverse and then trend back towards the pivot level. If the price proceeds to drive through the pivot point, this is an indication that the pivot level is not very strong and is therefore less useful as a trading signal. However, if prices hesitate around that level or "validate" it, then the pivot level is much more significant and suggests that the move lower is an actual break, which indicates that there may be a continuation move.




The 15-minute GBP/CHF chart in Figure 4 shows an example of prices "obeying" the pivot line. For the most part, prices were first confined within the mid-point and pivot level. At the European open (2am EDT), GBP/CHF rallied and broke above the pivot level. Prices then retraced back to pivot level, held it and proceeded to rally once again. The level was tested once more right before the U.S. market open (7am EDT), at which point traders should have placed a buy order for GBP/CHF since the pivot level had already proved to be a significant support level. For those traders who did do that, GBP/CHF bounced off the level and rallied once again.


Figure 4 - This is an example of a currency pair "obeying" the support and resistance identified by the pivot point calculation. These levels become more significant the more times the pair tries to break through.


Conclusion
Traders and market makers have been using pivot points for years to determine critical support and/or resistance levels. As the charts above have shown, pivots can be especially popular in the FX market since many currency pairs do tend to fluctuate between these levels. Range-bound traders will enter a buy order near identified levels of support and a sell order when the asset nears the upper resistance. Pivot points also enable trend and breakout traders to spot key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. Furthermore, these technical indicators can be very useful at market opens.

Having an awareness of where these potential turning points are located is an excellent way for individual investors to become more attuned to market movements and make more educated transaction decisions. Given their ease of calculation, pivot points can also be incorporated into many trading strategies. The flexibility and relative simplicity of pivot points definitely make them a useful addition to your trading toolbox. 

 

By Kathy Lien, Chief Strategist at the world's largest retail forex market maker, Forex Capital Markets in New York.

 

** This article and more are available at Investopedia.com - Your Source for Investing Education **

 


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Pivot Strategies: A Handy Tool

For many years, traders and market makers have used pivot points to determine critical support and/or resistance levels. Pivots are also very popular in the forex market and can be an extremely useful tool for range-bound traders to identify points of entry and for trend traders and breakout traders to spot the key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. In this article, we'll explain how pivot points are calculated, how they can be applied to the FX market, and how they can be combined with other indicators to develop other trading strategies.

Calculating Pivot Points
By definition, a pivot point is a point of rotation. The prices used to calculate the pivot point are the previous period's high, low and closing prices for a security. These prices are usually taken from a stock's daily charts, but the pivot point can also be calculated using information from hourly charts. Most traders prefer to take the pivots, as well as the support and resistance levels, off of the daily charts and then apply those to the intraday charts (for example, hourly, every 30 minutes or every 15 minutes). If a pivot point is calculated using price information from a shorter time frame, this tends to reduce its accuracy and significance.

The textbook calculation for a pivot point is as follows: 
                                            
                                            Central Pivot Point (P) = (High + Low + Close) / 3

Support and resistance levels are then calculated off of this pivot point using the following formulas:

First level support and resistance:

                                            First Resistance (R1) = (2*P) - Low

                                            First Support (S1) = (2*P) - High

Likewise, the second level of support and resistance is calculated as follows:

                                            Second Resistance (R2) = P + (R1-S1)

                                            Second Support (S2) = P - (R1- S1)

Calculating two support and resistance levels is common practice, but it's not unusual to derive a third support and resistance level as well. (However, third-level support and resistances are a bit too esoteric to be useful for the purposes of trading strategies.) It's also possible to delve deeper into pivot point analysis - for example, some traders go beyond the traditional support and resistance levels and also track the mid-point between each of those levels.

Applying Pivot Points to the FX Market
Generally speaking, the pivot point is seen as the primary support or resistance level. The following chart is a 30-minute chart of the currency pair GBP/USD with pivot levels calculated using the daily high, low and close prices.

The green line is the pivot point (P).

The red lines are resistance levels (R).

The blue lines are support levels (S).

The yellow lines are mid-points (M).

Figure 1 shows how the pivot line served as support for the GBP/USD for most of the European trading hours. Once U.S. traders joined the market, however, prices began to break higher, with each of the breaks first testing and resisting either the mid-point or the R1 and R2 levels; then the break occurred off of those levels (see areas circled). This chart also shows something that occurs frequently in the FX market, which is that the initial break occurs at a market open. There are three market opens in the FX market: the U.S. open, which occurs at approximately 8am EDT, the European open, which occurs at 2am EDT, and the Asian open which occurs at 7pm EDT.
 


Figure 1 - This chart shows a common day in the FX market. The price of a major currency pair (GBP/USD) tends to fluctuate between the support and resistance levels identified by the pivot point calculation. The areas circled in the chart are good illustrations of the importance of a break above these levels.


What we also see when trading pivots in the FX market is that the trading range for the session usually occurs between the pivot point and the first support and resistance levels because a multitude of traders play this range. Take a look at Figure 2, a chart of the currency pair USD/JPY. As you can see in the areas circled, prices initially stayed within the pivot point and the first resistance level with the pivot acting as support. Once the pivot was broken, prices moved lower and stayed predominately within the pivot and the first support zone. 

 
Figure 2 - This chart shows an example of the strength of the support and resistance calculated using the pivot calculations.


The Significance of Market Opens
One of the key points to understand when trading pivot points in the FX market is that breaks tend to occur around one of the market opens. The reason for this is the immediate influx of traders entering the market at the same time. These traders go into the office, take a look at how prices traded overnight and what data was released and then adjust their portfolios accordingly. During the quieter time periods, such as between the U.S. close (4pm EDT) and the Asian open (7pm EDT) (and sometimes even throughout the Asian session, which is the quietest trading session), prices may remain confined for hours between the pivot level and either the support or resistance level. This provides the perfect environment for range-bound traders.

Two Strategies Using Pivot Points
Many strategies can be developed using the pivot level as a base, but the accuracy of using pivot lines increases when Japanese candlestick formations can also be identified. For example, if prices traded below the central pivot (P) for most of the session and then made a foray above the pivot while simultaneously creating a reversal formation (such as a shooting stardoji or hanging man), you could sell short in anticipation of the price resuming trading back below the pivot point.

A perfect example of this is shown in Figure 3, a 30-minute USD/CHF chart. USD/CHF had remained range-bound between the first support zone and the pivot level for most of the Asian trading session. When Europe joined the market, traders began taking USD/CHF higher to break above the central pivot. Bulls lost control as the second candle became a doji formation. Prices then began to reverse back below the central pivot to spend the next six hours between the central pivot and the first support zone. Traders watching for this formation could have sold USD/CHF in the candle right after the doji formation to take advantage of at least 80 pips worth of profit between the pivot point and the first level of support. 


Figure 3 - This chart shows a pivot point being used in cooperation with a candlestick pattern to predict a trend reversal. Notice how the descent was stopped by the second support level.


Another strategy traders can use is to look for prices to obey the pivot level, therefore validating the level as a solid support or resistance zone. In this type of strategy, you're looking to see the price break the pivot level, reverse and then trend back towards the pivot level. If the price proceeds to drive through the pivot point, this is an indication that the pivot level is not very strong and is therefore less useful as a trading signal. However, if prices hesitate around that level or "validate" it, then the pivot level is much more significant and suggests that the move lower is an actual break, which indicates that there may be a continuation move.




The 15-minute GBP/CHF chart in Figure 4 shows an example of prices "obeying" the pivot line. For the most part, prices were first confined within the mid-point and pivot level. At the European open (2am EDT), GBP/CHF rallied and broke above the pivot level. Prices then retraced back to pivot level, held it and proceeded to rally once again. The level was tested once more right before the U.S. market open (7am EDT), at which point traders should have placed a buy order for GBP/CHF since the pivot level had already proved to be a significant support level. For those traders who did do that, GBP/CHF bounced off the level and rallied once again.


Figure 4 - This is an example of a currency pair "obeying" the support and resistance identified by the pivot point calculation. These levels become more significant the more times the pair tries to break through.


Conclusion
Traders and market makers have been using pivot points for years to determine critical support and/or resistance levels. As the charts above have shown, pivots can be especially popular in the FX market since many currency pairs do tend to fluctuate between these levels. Range-bound traders will enter a buy order near identified levels of support and a sell order when the asset nears the upper resistance. Pivot points also enable trend and breakout traders to spot key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. Furthermore, these technical indicators can be very useful at market opens.

Having an awareness of where these potential turning points are located is an excellent way for individual investors to become more attuned to market movements and make more educated transaction decisions. Given their ease of calculation, pivot points can also be incorporated into many trading strategies. The flexibility and relative simplicity of pivot points definitely make them a useful addition to your trading toolbox. 

 

By Kathy Lien, Chief Strategist at the world's largest retail forex market maker, Forex Capital Markets in New York.

 

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